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Consumo de etanol evitou quase 500 mil toneladas de CO? na Paraíba em 2025

O consumo de etanol na Paraíba evitou a emissão de aproximadamente 499 mil toneladas de dióxido de carbono (COe#8322; equivalente) em 2025, contribuindo de forma significativa para a redução do impacto ambiental do setor de transportes no estado. Os dados são do Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool no Estado da Paraíba (Sindalcool) e consideram o consumo interno de etanol anidro, aquele adicionado à gasolina em 30%, e do etanol, vendido diretamente nos postos. Ao todo, foram consumidos 405.635 metros cúbicos de etanol no período, o que equivale a 405.635.000 litros de etanol, volume que resultou em um saldo ambiental positivo, já que o biocombustível evita em até 90% as emissões se comparado à gasolina. Por outro lado, no mesmo período, o consumo de gasolina na Paraíba gerou cerca de 1,62 milhão de toneladas de COe#8322;, enquanto o diesel foi responsável por aproximadamente 1,21 milhão de toneladas de emissões. Para se ter uma ideia da importância desse número, o COe#8322; é o principal gás associado ao aquecimento global e à piora da qualidade do ar, especialmente nos centros urbanos. Escolha do consumidor consolida avanço ambiental ano após ano Entre 2021 e 2025, o consumo de etanol na Paraíba cresceu de forma contínua e passou a exercer um papel cada vez mais relevante na redução das emissões de gases que contribuem para as mudanças climáticas. Na comparação com 2021, quando o uso do etanol evitou cerca de 380 mil toneladas de COe#8322;, o impacto ambiental positivo cresceu mais de 30% ao longo do período. Isso significa que, à medida que o etanol passou a ser mais utilizado, maior foi a contribuição da Paraíba para a redução da poluição e para o enfrentamento das mudanças climáticas. eldquo;As medidas recentes do governador João Azevedo, de incentivo à utilização do etanol em todo o estado da Paraíba, são coerentes com a política estadual de mudanças climáticas. O gestor público consciente estimula a mobilidade de baixo carbono visando os ganhos para toda a sociedade. Os ganhos do consumo do biocombustível etanol produzido na Paraíba reforçam a economia do estado e alimentam as receitas dos municípioserdquo;, disse Edmundo Barbosa, presidente-executivo do Sindalcool. Segundo o Sindalcool , entidade que representa as usinas produtoras de etanol no estado, o resultado demonstra que as escolhas feitas diariamente pelos consumidores impactam diretamente o meio ambiente. (Sindalcool)

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ANP divulga resultados de ações de fiscalização em 11 unidades da Federação (22/12/25 a 09/01/26)

Entre os dias 22/12/25 e 09/01/26, a ANP fiscalizou o mercado de abastecimento em 11 unidades da Federação. Nas ações, os fiscais verificaram a qualidade dos combustíveis, o fornecimento do volume correto pelas bombas medidoras, a adequação dos equipamentos e dos instrumentos necessários ao correto manuseio dos produtos, bem como as documentações de autorização de funcionamento das empresas e as relativas às movimentações dos combustíveis e lubrificantes. Destacaram-se as fiscalizações no estado de São Paulo, que envolveram 17 municípios. Foram lavrados 23 autos de infração e duas interdições, incluindo casos de combustíveis fora de especificação, fornecimento de volume diverso do indicado nas bombas, falhas em equipamentos obrigatórios e descumprimento de exigências regulatórias. Confira a tabela completa de todos os agentes econômicos fiscalizados no período (atualizada às 18h18 - 12/01). Agentes econômicos fiscalizados em operações que ainda estão em andamento não foram incluídos na planilha, de forma a preservar o sigilo das ações. Nesses casos, a planilha será atualizada com a inclusão dos dados após o término da respectiva operação. Veja abaixo mais informações sobre as principais ações realizadas nas unidades federativas do país: São Paulo No estado de São Paulo, a ANP fiscalizou 45 postos de combustíveis e 12 revendas de GLP. As ações ocorrem em 17 municípios: São Paulo, Araras, Atibaia, Campinas, Indaiatuba, Iracemápolis, Itu, Mairiporã, Mogi das Cruzes, Osasco, Piracicaba, Pirapora do Bom Jesus, Poá, Ribeirão Pires, Rio Claro, Salto e Santo André. Durante as operações, foram lavrados 23 autos de infração e duas interdições cautelares, relacionadas a combustíveis fora da especificação (inclusive quanto a metanol), à não correção de inconformidades previamente apontadas e ao fornecimento de diesel em volume diferente do registrado na bomba. Ao todo, foram coletadas 11 amostras de combustíveis para análise em laboratório. Alagoas Em Alagoas, a ANP esteve no município de Araci. Foi fiscalizado um posto de combustíveis, não sendo encontradas irregularidades. Amazonas Em Manaus e Manacapuru, foram fiscalizados dois postos de combustíveis e um posto flutuante, não sendo encontradas irregularidades. Foi coletada uma amostra de combustível para análise em laboratório. Bahia No período, a ANP realizou ações de fiscalização em 13 municípios: Salvador, Lauro de Freitas, Conceição do Jacuípe, Piritiba, Rafael Jambeiro, Santo Estêvão, Caldeirão Grande, Feira de Santana, Jacobina, Ponto Novo, Araci, Pedrão e Santa Bárbara. Ao todo, foram fiscalizados 38 postos de combustíveis. Durante as operações, foram lavrados sete autos de infração e registradas duas interdições cautelares. Distrito Federal Em Brasília, uma distribuidora de combustíveis foi fiscalizada pela ANP, sendo coletadas três amostras de combustíveis para análise em laboratório. Não foram encontradas irregularidades em campo. Goiás As ações de fiscalização da ANP foram realizadas nos municípios de Formosa, Planaltina, Vila Boa, Cidade Ocidental, Valparaíso de Goiás, Novo Gama e Alexânia. Foram inspecionados 17 postos de combustíveis, dois transportadores-revendedores-retalhistas (TRR) e um produtor de biodiesel. Não foram encontradas irregularidades. Ao todo, foram coletadas 25 amostras de combustíveis para análise em laboratório. Mato Grosso do Sul Com a participação do Procon/MS, a ANP fiscalizou uma distribuidora de combustíveis, não sendo constatadas irregularidades. Uma amostra de combustível foi coletada para análise em laboratório. Minas Gerais No estado, a ANP esteve nas cidades de Belo Horizonte, Senador Cortes, Lima Duarte, Olaria, Ribeirão das Neves, Juiz de Fora e São João Nepomuceno. Nas duas últimas, as ações foram em parceria com os Procons Municipais. Foram fiscalizados 20 postos de combustíveis, sendo aplicados autos de infração em 15 deles e uma interdição. Os fiscais coletaram 13 amostras de combustíveis. Paraná No Paraná, as ações de fiscalização da ANP abrangeram os municípios de Flor da Serra do Sul, Pranchita, Santo Antônio do Sudoeste e Santa Tereza do Oeste. Ao todo, foram fiscalizados seis postos de combustíveis. Durante as operações, foram lavrados quatro autos de infração e três interdições cautelares. Ao longo das ações, foi coletada uma amostra de combustível para análise em laboratório. Rio de Janeiro No estado do Rio de Janeiro, a ANP realizou ações de fiscalização em seis municípios: Araucária, Duque de Caxias, Niterói, Rio Bonito, Rio de Janeiro e São Gonçalo. As equipes fiscalizaram 33 postos de combustíveis e uma distribuidora de solventes. Durante as operações, foram lavrados três autos de infração e duas interdições cautelares. Houve uma apreensão de combustíveis, totalizando 1.050 litros de óleo diesel B S10 e 600 litros de gasolina C comum. Ao longo das ações, foram coletadas sete amostras de combustíveis para análise em laboratório. Rio Grande do Sul No Rio Grande do Sul, a ANP realizou ações de fiscalização em oito municípios: Balneário Pinhal, Palmares do Sul, Mostardas, Tavares, Cruz Alta, Ijuí, Panambi e São Leopoldo. As equipes fiscalizaram 12 postos de combustíveis e um ponto de revenda de GLP. Ao longo das operações, foram lavrados oito autos de infração. Também foi registrada uma interdição cautelar. Consulte os resultados das ações da ANP em todo o Brasil As ações de fiscalização da ANP são planejadas a partir de diversos vetores de inteligência, como informações da Ouvidoria da ANP com manifestações dos consumidores, dados do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da Agência, informações de outros órgãos e da área de Inteligência da ANP, entre outros. Dessa forma, as ações são focadas nas regiões e agentes econômicos com indícios de irregularidades. Para acompanhar todas as ações de fiscalização da ANP, acesse o Painel Dinâmico da Fiscalização do Abastecimento.e#8239;e#8239;e#8239; Os estabelecimentos autuados pela ANP estão sujeitos a multas que podem variar de R$ 5 mil a R$ 5 milhões, além de penas de suspensão e revogação de sua autorização. As sanções são aplicadas somente após processo administrativo, durante o qual o agente econômico tem direito à ampla defesa e ao contraditório, conforme definido em lei.e#8239;e#8239;e#8239; Já a interdição é uma medida cautelar, aplicada para proteger o consumidor, evitando a comercialização de combustíveis fora das especificações, fornecimento de combustível em quantidade diferente da marcada na bomba, entre outras irregularidades. Caso o posto comprove à ANP que o problema foi sanado, a Agência realiza a desinterdição, sem prejuízo do processo administrativo e possíveis penalidades.e#8239;e#8239;e#8239; Denúncias sobre irregularidades no mercado de combustíveis podem ser enviadas à ANP por meio do telefone 0800 970 0267 (ligação gratuita) ou doe#8239;FalaBR, plataforma integrada de ouvidoria e acesso à informação da Controladoria-Geral da União (CGU).e#8239;

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BNDES aprova R$ 950 mi para construção de nova usina de etanol da Inpasa na Bahia

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou ter aprovado um financiamento de R$ 950 milhões para a Inpasa Agroindustrial S/A. Os recursos serão destinados à construção da sexta biorrefinaria da companhia no país. A planta industrial será voltada à produção de etanol anidro e hidratado a partir da moagem de milho, sorgo e de outros grãos, no município de Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. O montante aprovado inclui R$ 350 milhões provenientes do Fundo Clima e R$ 600 milhões da linha FINEM. O projeto prevê que a nova unidade tenha capacidade para processar anualmente até um milhão de toneladas de milho, 498 milhões de litros de etanol, 248,9 mil toneladas de DDGS (Grãos Secos de Destilaria com Solúveis, da sigla em inglês) e 24.862 toneladas de óleo vegetal e 185 GWh de energia elétrica. eldquo;A usina de etanol terá um impacto significativo na economia local, além de contribuir para que a Bahia deixe de ser importadora para se tornar exportadora de biocombustíveiserdquo;, declarou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, em nota distribuída à imprensa. A expectativa é que a usina atinja sua capacidade máxima de produção a partir de 2027. (Estadão Conteúdo)

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Etanol sobe em 19 estados e é competitivo em apenas um estado

Os preços médios do etanol hidratado subiram em 19 estados e no Distrito Federal (DF), caíram em outros cinco e ficaram estáveis em um na semana encerrada em 10 de janeiro. No Amapá não houve medição. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Nos postos pesquisados pela ANP em todo o país, o preço médio do etanol subiu 0,89% na comparação com a semana anterior, a R$ 4,53 o litro. Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, o preço subiu 0,93%, para R$ 4,32 o litro. A maior alta porcentual na semana, de 11,76%, foi registrada no Rio Grande do Norte, a R$ 5,13 o litro. A maior queda, de 0,76%, ocorreu no Acre, para R$ 5,21 o litro. O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,69 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,49, foi observado em Pernambuco. Já o menor preço médio estadual, de R$ 4,05, foi registrado em Mato Grosso do Sul, enquanto o maior preço médio foi verificado no Amazonas, de R$ 5,49 o litro. Competitividade O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em apenas um estado na semana encerrada em 10 de janeiro. Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 72,02% ante a gasolina no período, portanto desfavorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da ANP. Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado. O etanol é mais competitivo em relação à gasolina apenas em Mato Grosso do Sul, onde o litro vale R$ 4,05 e a paridade é de 67,16%. (Estadão Conteúdo)

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Morgan prevê cenário "binário" para preços do petróleo e prefere Vibra à Petrobras

Após um ano de 2025 altamente volátil para os preços do petróleo, com o Brent oscilando entre US$ 59 e US$ 82 por barril, o Morgan Stanley mantém uma postura defensiva e prefere Vibra Energia (VBBR3) em relação a PRIO (PRIO3) e Petrobras (PETR3; PETR4). A escolha pela Vibra é sustentada por uma leitura construtiva para o setor de distribuição e por avanços internos da companhia. Em outubro, o banco revisou sua principal recomendação para a empresa, destacando o endurecimento do ambiente regulatório como um gatilho relevante para a recuperação gradual das margens e o ganho de participação de mercado. Na avaliação do Morgan Stanley, a combinação entre maior eficiência operacional e redução da alavancagem deve resultar em uma expansão consistente do retorno sobre o capital investido (ROIC), movimento que ainda não estaria plenamente refletido nos preços das ações. Mesmo após uma valorização de cerca de 50% em 2025, o banco vê um conjunto adicional de catalisadores regulatórios ao longo de 2026 capaz de reforçar a atratividade da tese de investimento. Cenário binário O banco destaca que a volatilidade acentuada evidencia o impacto de dinâmicas geopolíticas em rápida transformação, que continuam a moldar os fundamentos de oferta e demanda e a influenciar o sentimento do mercado. A amplitude desses movimentos reforça o papel central do risco geopolítico na definição das trajetórias do mercado de energia. A incerteza, segundo o banco, deve persistir em 2026. A tese de superávit apresentada pelo estrategista Martijn Rats vem se materializando conforme o esperado. Um excedente relevante surgiu no segundo semestre de 2025 e deve se ampliar no primeiro semestre de 2026, com o superávit global atingindo o pico em meados de 2026. Esse excesso de oferta contínuo segue pressionando negativamente os preços do petróleo no curto prazo. Nesse contexto, o ambiente de mercado permanece claramente binário, com viés mais inclinado ao cenário negativo. Em conversas recentes com investidores, o sentimento baixista em relação ao petróleo continua predominante, com poucos agentes esperando preços moderadamente estáveis neste ano e praticamente nenhum adotando uma visão altista neste momento. Diante desse quadro, o Morgan Stanley vê o nível de US$ 60 por barril como um ponto-chave para o posicionamento dos investidores. Acima desse patamar, a exposição a produtores de petróleo emdash; como PRIO e Petrobras emdash; ainda se justifica. Na faixa dos US$ 50 por barril, apesar de a maioria dos produtores no Brasil mostrar resiliência, o banco prefere a exposição à distribuição de combustíveis, mais defensiva, com destaque para a Vibra (VBBR3), classificada como overweight (exposição acima da média, equivalente à compra). Em um cenário altista, com o petróleo acima de US$ 65 por barril, a Brava Energia (BRAV3) seria uma opção atrativa, dada sua maior alavancagem operacional e o posicionamento ainda leve dos investidores. Considerando o balanço de riscos assimétrico, inclinado para baixo, o banco mantém a Vibra como sua principal escolha neste ponto do ciclo da commodity. Entre as ações com recomendação overweight, a menor sensibilidade aos preços do Brent sustenta a preferência atual pela distribuição de combustíveis, enquanto o segmento de exploração e produção segue atrativo com o Brent acima de US$ 60. Historicamente, as distribuidoras brasileiras demonstraram resiliência à volatilidade do petróleo graças à forte capacidade de repasse de preços, permitindo ao setor superar o desempenho do Brent em períodos de queda. Petróleo abaixo de US$ 60 o barril Em um cenário de preços abaixo de US$ 60 por barril, o universo de investimentos se estreita, tornando a Vibra a escolha mais clara dentro da cobertura do banco. Mesmo na faixa de US$ 55 a US$ 60 por barril, PRIO e Petrobras ainda se mostram resilientes e podem ser alternativas viáveis, mas abaixo desse nível a exposição se torna mais difícil de sustentar. Nesse ponto médio, o Morgan Stanley estima yields (rendimentos) de fluxo de caixa livre em 2026 de cerca de 7% para PRIO, 6% para Petrobras. Ainda assim, a preferência segue sendo o setor de distribuição, por meio da Vibra, considerada mais defensiva e com catalisadores relevantes ao longo de 2026. Petróleo acima de US$ 60 Já em um cenário com o Brent acima de US$ 60 por barril, o banco vê múltiplas oportunidades de investimento. Entre US$ 60 e US$ 70, a abordagem permanece equilibrada: a Vibra continua atrativa pelo perfil defensivo e pelos ventos regulatórios favoráveis, enquanto PRIO e Petrobras passam a oferecer retornos mais interessantes. Com o Brent em torno de US$ 65, o Morgan Stanley estima yields de fluxo de caixa livre de aproximadamente 12% para PRIO e Petrobras. Acima de US$ 70 o barril Caso o petróleo ultrapasse US$ 70 por barril, na avaliação do Morgan Stanley, o foco se deslocaria de forma mais decisiva para os produtores, já que, nesse cenário, o potencial de valorização do segmento de exploração e produção superaria amplamente os benefícios da exposição à distribuição de combustíveis.

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Petróleo fecha em alta com tensões no Irã e de olho em Venezuela e Ucrânia

O petróleo fechou em alta nesta segunda-feira (12) refletindo as preocupações de que o Irã possa reduzir suas exportações após protestos em larga escala terem sido reprimidos com violência pelas autoridades do país. O petróleo WTI para fevereiro negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) avançou 0,64% (US$ 0,38), a US$ 59,50 o barril. Já o Brent para março, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), encerrou em alta de 0,83% (US$ 0,53), a US$ 63,87 o barril. Pela manhã, os contratos futuros da commodity chegaram a operar em ligeira baixa em meio a diante da possibilidade de ampliação da oferta em contraponto ao recuo do dólar e a apreensões geopolíticas elevadas. De acordo com os dados mais recentes do grupo ativista de direitos humanos HRANA, foram confirmadas as mortes de 544 pessoas durante os protestos no Irã. O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, publicou nesta segunda uma charge que retrata o presidente dos EUA, Donald Trump, como um sarcófago em deterioração. Enquanto isso, a União Europeia (UE) informou que está "analisando" a imposição de sanções adicionais contra o país islâmico devido à repressão nas manifestações. "O mercado de petróleo se fortaleceu nas negociações, à medida que os protestos no Irã se intensificam, aumentando as preocupações com a oferta", explicam analistas do ING. Apesar da crise, o Irã afirmou nesta segunda-feira (12) que mantém canais de comunicação abertos com os Estados Unidos, enquanto a Casa Branca avalia a oferta do Irã para iniciar negociações nucleares à medida que Trump se inclina a ataques contra o governo islâmico. Pressionando a oferta, os traders também monitoram o risco de interrupções no fornecimento da Rússia, após ataques da Ucrânia a instalações de energia, além da possibilidade de sanções americanas mais duras contra o setor energético russo. Já na Venezuela, a líder da oposição, María Corina Machado, deve se reunir com o presidente Trump na próxima quinta-feira (8). (Estadão Conteúdo)

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