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Atenção para este comunicado!

Você já está sabendo sobre a Resolução nº 968/24 da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)? Ainda não? Então fica de olho! ? Esta Resolução trata sobre a “Drenagem de Tanques de Diesel” e foi publicada no dia 02/05/2024 e terá vigência a partir do dia 31/07/2024. Com ela, os postos revendedores estão obrigados a partir da data mencionada acima, a realizarem, no mínimo, a cada quinze dias, a drenagem do fundo dos tanques destinados ao armazenamento do diesel. O documento também diz que a drenagem poderá ser realizada por meio de uma bomba manual, seguida de análise com a coleta. Quer saber mais? Clique aqui para ver com mais detalhes as informações sobre a Resolução.

Testar biodiesel puro ou o aumento da mistura? Para as montadoras, os dois

Testar biodiesel puro ou o aumento da mistura? Para as montadoras, os dois

As experiências que algumas empresas brasileiras vêm fazendo, de utilizar biodiesel puro (B100) em caminhões, com apoio das fabricantes, não excluem a necessidade de testes para aumentar a mistura no diesel fóssil. A avaliação é de executivos de montadores de veículos. A mistura atual de biodiesel está em 14% e há autorização para aumento para 15%, que entrará em vigor em março de 2025. "A mistura não é como o B100. Você faz um veículo para o B100. Já a mistura, você não sabe onde vai dar", afirmou Marco Garcia, consultor técnico de pesquisa e desenvolvimento (Peamp;D) da Scania, em evento promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove) em São Paulo. A Scania forneceu caminhões para a Amaggi testar o B100. Segundo Garcia, as avaliações começaram ainda em 2008, em Curitiba. Na época, foram detectados problemas como vazamentos de combustível. Os veículos que estão com a Amaggi rodaram 25 mil horas "sem apresentar problemas", relatou Mariluce Silva, supervisora de qualidade da empresa agrícola. "Nós podemos até garantir no Brasil inteiro a rastreabilidade [do biodiesel], as condições de operação, os equipamentos prontos pra rodar. Tendo isso, podemos até produzir só veículos B100. Mas temos capacidade de abastecer esses veículos com B100?", questionou Marcelo Pinto, gerente de produto do Grupo Volvo. A empresa está fornecendo agora caminhões "flex", que funcionam tanto com o diesel C, com 14% de mistura de biodiesel, como com B100. A Volvo acaba de fechar uma venda desses caminhões para o Grupo Potencial. Segundo os especialistas, o uso do B100 depende das boas práticas de quem produz, distribui e consome. É também o que defendem as empresas que estão realizando os testes com B100. "O que fizemos de diferente foram as boas práticas", disse Silva, da Amaggi. "Todo dia fazemos drenagem de fundo de tanque, prevenção preditiva ou preventiva", acrescentou. O Grupo Potencial, que tem entre seus negócios a produção de biodiesel, iniciou os testes com B100 realizando adaptações nos caminhões da Scania. "Está rodando com 55 mil quilômetros sem problema algum, sem perda de potência. Melhorou até a autonomia do caminhão", relatou Carlos hammerschmidt, vice-presidente do Grupo Potencial. Ambientes controlados Especialistas no setor de combustíveis avaliam que o uso do biodiesel puro (B100) nos motores tem potencial para ocorrer em "ambientes controlados". Para Sandro Paes Barreto, gerente de comercialização da Petrobras, é preciso um ambiente controlado para ver efeitos", com "controle principal na estocagem". Durante evento promovido pela Abiove, ele defendeu que o controle da qualidade do biodiesel pelos próprios produtores pode garantir que o produto não prejudique os motores usados. "É diferente de um consumidor abastecer [com B100] em um posto que ele não conhece", observa. Além do Gupo Potencial e da Amaggi, que atuam na cadeia do biodiesel, outras empresas estão testando o B100, como 3tentos, também do setor de grãos, e a JBS.

ANTT atualiza tabelas dos pisos mínimos de frete

ANTT atualiza tabelas dos pisos mínimos de frete

Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, no Diário Oficial da União da última sexta-feira (12/7), a atualização dos valores dos pisos mínimos de frete do transporte rodoviário de cargas. O reajuste se deu por meio de revisão ordinária, considerando-se o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado no período de dezembro de 2023 a maio de 2024, no percentual de 2,84%, e aplicação do valor do diesel S10 de R$ 5,94 por litro, referente aos valores divulgados pela Agência Nacional de Petróleo e Gás Natural (ANP) para o período de 23/06 a 29/06 de 2024. Os valores foram atualizados considerando as distâncias e as especificidades das cargas definidas no art. 3º da Lei nº 13.703/2018 e dispensou elaboração de Análise de Impacto Regulatório e de realização de Processo de Participação e Controle Social, por se tratar de aplicação de determinação legal. Os reajustes médios tabela frete foram os seguintes, de acordo com o tipo de operação: Tabela A - transporte rodoviário de carga lotação: 1,59%; Tabela B - operações em que haja a contratação apenas do veículo automotor de cargas: 1,58%; Tabela C - transporte rodoviário de carga lotação de alto desempenho 1,46%; Tabela D - operações em que haja a contratação apenas do veículo automotor de cargas de alto desempenho: 1,28%. Para conferir os valores dispostos nas tabelas na íntegra, clique aqui. A ANTT reforça a importância de as empresas de transporte respeitarem os valores mínimos do frete, garantindo melhores condições de trabalho para os motoristas e um serviço de qualidade para toda a população. Histórico Pela legislação, a Agência tem de reajustar a tabela do frete a cada seis meses ou quando a variação do preço do diesel for igual ou superior a 5%, quando é acionado o mecanismo de gatilho. A Lei nº 13.703/2018, que institui a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC), determina que compete à ANTT publicar norma com os pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado na realização de fretes, por eixo carregado, consideradas as distâncias e as especificidades das cargas.

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