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Petróleo apaga ganhos e cai moderadamente, com dólar mais forte e em ajuste

Os contratos futuros de petróleo apagaram os ganhos de mais cedo e operam em baixa moderada agora, em meio ao fortalecimento do dólar no exterior, que tende a pressionar commodities. O ativo energético ajusta parte dos ganhos das duas última sessões, à medida que investidores aguardam decisão de países exportadores (Opep+) sobre o nível de produção, na próxima semana. Às 08h17 (de Brasília), o barril do WTI para julho perdia 0,52%, a US$ 113,52, e o do Brent para agosto baixava 0,45%, a US$ 113,65.

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Petróleo fecha em alta, atento a riscos e dados de estoques nos EUA

O petróleo fechou em alta moderada nesta quarta-feira, enquanto o mercado acompanha sinais mistos em relação à oferta global da commodity energética. A queda maior que o esperado nos estoques dos EUA ajudou a sustentar a alta dos contratos. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do petróleo WTI com entrega prevista para julho fechou em alta de 0,51% (US$ 0,56), a US$ 110,33, enquanto o do Brent para o mês seguinte avançou 0,43% (US$ 0,43) na Intercontinental Exchange (ICE), a US$ 111,12. Durante o dia, o mercado focou nas promessas de restrições comerciais dos EUA e União Europeia (UE). Enquanto o bloco pena para conseguir consenso a favor do embargo às importações de petróleo russo por conta da forte oposição da Hungria, a secretária de Energia dos EUA, Jennifer Holm, afirmou que uma interrupção nas exportações do país para frear a alta dos preços não está descartada. Segundo informação da Associated Press, a Hungria propôs retirar a proposta do embargo da agenda da reunião de cúpula de líderes da UE marcada para a semana que vem. Apesar dos entraves, a Eurasia ainda crê que um acordo entre o país e o bloco é provável, e o governo do presidente húngaro, Viktor Orbán, está negociando para conseguir maiores contrapartidas em troca do apoio ao embargo. Nos EUA, os estoques da commodity recuaram mais de 1 milhão de barris na semana passada, acima do previsto, enquanto os de gasolina caíram menos que o esperado e os destilados aumentaram além do que apontavam as projeções. Liberações de reservas estratégicas continuarão a colocar um piso sob os estoques nos EUA, comenta a Capital Economics, em relatório a clientes. Já a Oanda prevê um aumento da demanda americana nos próximos meses, apoiada pela chegada do verão no hemisfério norte.

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Cade vai analisar conduta de preços da refinaria de Mataripe, operada pela Acelen

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vai abrir inquérito administrativo para investigar se há conduta de infração concorrencial com referência a preços praticados pela refinaria de Mataripe (BA), operada pela Acelen. Será investigada a conduta da empresa e os preços de venda de óleo cru praticados pela Petrobras para a empresa. A abertura de inquérito foi sugerida na sessão dessa quarta-feira (25) pelo conselheiro Gustavo Augusto. O pedido se refere a um procedimento preparatório que havia sido aberto no Cade para investigar o caso e que, recentemente, havia sido arquivado. Será uma forma de entender o mercado e ver se há discriminação de preços por parte da refinaria ou se ela é vítima de uma estrutura maior e talvez nem por culpa de ninguém, mas pela estrutura, afirmou o conselheiro. Ele indicou para a Superintendência Geral (SG) que vai conduzir o inquérito decidir se recebe como dois inquéritos separados ou se reúne as operações. O tema chegou ao Cade a partir de reclamações de sindicatos da área que, entre outras questões, alegam a diferença da política de preços entre a Petrobras e a refinaria da Acelem, que foi recentemente privatizada e, supostamente, estaria praticando preços acima dos da Petrobras. Ao Cade, os sindicatos indicaram que a Acelen supostamente estaria comercializando gasolina A e diesel S10 por preços mais elevados no Estado da Bahia, relativamente a outros Estados para onde fornece menores quantidades desses combustíveis, com custos logísticos maiores. Augusto disse concordar com o racional apresentado pela SG quando arquivou o caso no sentido de que não cabe ao Cade vigiar política de preços, mas que, nesse caso, isso pode ser sintoma de um problema concorrencial por trás. O Cade tem que ter o compromisso de fiscalizar os preços praticados. Se, por um lado cobramos que o setor seja aberto, cabe a nós fiscalizar para que ele não seja substituído por um monopólio privado, afirmou o conselheiro, citando a venda de refinarias pela Petrobras conforme firmado em termo de ajuste de conduta com o Cade. No caso concreto, segundo Gustavo Augusto, analisando as provas dos autos, se verificam que preços da revenda do diesel praticados no Estado da Bahia são todos maiores que os praticados nos demais Estados. Quando se compara com Amazonas, que se estima que seria uma operação mais cara pelo transporte, o preço é menor que na Bahia. Ainda segundo o conselheiro, pode ser que a Acelen, ao invés de infratora seja vítima da conduta. Temos que verificar se por acaso o óleo cru vendido para a refinaria como insumo tem alguma discriminação de preço na etapa anterior, afirmou. A decisão pela abertura de inquérito administrativo foi unânime. O Cade não controla preço, o preço é livre, mas se discute a questão de abusividade no aumento de preços desde que restrita a uma moldura específica, afirmou o presidente do Cade, Alexandre Cordeiro. Há a necessidade de se investigar o preço e a origem dele, segundo Cordeiro.Para ler esta notícia, clique aqui.

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Raízen vê cenário 'complexo' no mercado de diesel

O mercado de diesel deve permanecer complexo nos próximos meses, potencialmente com ainda mais desafios do lado do suprimento, na avaliação da Raízen, uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país. A gente não vê o cenário arrefecendo nos próximos três ou quatro meses. O mercado segue complexo, disse o presidente da companhia, Ricardo Mussa, durante o Raízen Day. No encontro com analistas e investidores, o executivo lembrou que no segundo semestre, tipicamente, há alta no consumo de diesel no Brasil e a temporada de furacões no Atlântico Norte. Além disso, com o mercado de gás também apertado, uma alternativa tem sido substituir o insumo por diesel, elevand No Brasil, conforme Mussa, a distribuição tem enfrentado momentos desafiadores, em particular na importação de diesel, mas a Raízen tem sido hábil em navegar nesse ambiente. Não faltou produto em nenhum momento, destacou, acrescentando que essa segurança de abastecimento também se reflete em maior embandeiramento de postos. Ter a Shell, um gigante global de óleo e gás, como acionista e estar em outros países da América do Sul, garantindo escala na compra de combustíveis, têm contribuído para que a Raízen atravesse esse período de crise sem grandes sobressaltos. Em determinado momento, indicou o comando da distribuidora, que tem operações na Argentina e no Paraguai, volumes foram desviados de um país para o outro para assegurar o fornecimento da rede. A gente está passando muito bem por esse período, ressaltou. Mussa aproveitou ainda o evento para prestar contas sobre as promessas feitas durante as reuniões com investidores e analistas que antecederam a oferta pública inicial de ações (IPO) da Raízen, no ano passado, e destacou que todas as metas foram no mínimo alcançadas. Tudo o que a gente falou no IPO, a gente está entregando ou entregando acima do que prometeu, afirmou. Sobre o crescimento projetado em renováveis, o executivo indicou que o ritmo de expansão pode ser maior do que o previsto até o fim do ano. Uma das ambições é acelerar a implantação de novas usinas de etanol de segunda geração (E2G). A companhia opera hoje a única usina de E2G em escala industrial do mundo e, até 2030 ou 2031, espera ter 20 em operação. De acordo com o vice-presidente de Renováveis da Raízen, Francis Queen, as três unidades que estão em construção, com investimentos de R$ 1 bilhão cada, entrarão em operação entre 2023 e 2024.Hoje, os preços do E2G mais que compensam a inflação, observou o executivo, acrescentando que a companhia já tem, junto a fornecedores, capacidade nominal suficiente para construir até sete novas usinas por ano. Em termos de produtividade, Mussa destacou que a Raízen avançou nessa frente e está executando, neste ano-safra, o maior plantio de sua história, com mais de 120 mil hectares. Além disso, apontou que a companhia elevou a entrega de açúcar no destino final para 50% atualmente, à frente da meta inicial, e seguirá buscando ter mais de 90% da movimentação da commodity diretamente para o cliente final. Na distribuição de combustíveis, disse o vice-presidente de Marketing e Serviços, José Antonio Cardoso, a Raízen cresceu dez pontos percentuais em participação de mercado em dez anos e quer seguir avançando. Para ler esta notícia, clique aqui.

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Pode faltar diesel no Brasil no segundo semestre?

A informação divulgada pela agência Reuters de que o ex-presidente da Petrobras, José Mauro Ferreira Coelho, teria alertado o Ministério de Minas e Energia sobre a possibilidade de falta de diesel no Brasil pouco antes de ser demitido ampliou ainda mais os temores no país. Segundo a agência de notícias, na semana passada a estatal teria apresentado um documento ao governo em que previa um cenário de desabastecimento em pleno auge da colheita da soja no segundo semestre, caso a empresa não venda combustível a preços de mercado. Segundo fontes ouvidas pela reportagem, a Petrobras disse que a empresa e outros importadores podem ter dificuldades para garantir o diesel em meio à redução dos estoques mundiais. Após a demissão de Ferreira Coelho da estatal empossado há pouco mais de um mês , o governo indicou Caio Paes de Andrade para substituí-lo. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) expressou a mesma preocupação na terça-feira (24/05). Em nota, os petroleiros afirmaram que "o Brasil corre o risco de desabastecimento de óleo diesel no início do segundo semestre deste ano, em função da prevista escassez de oferta no mercado internacional e do baixo nível dos estoques mundiais". Analistas consultados pela BBC News Brasil concordam com a avaliação da Petrobras e da FUP, mas afirmam que a deficiência deve ser pontual e só se concretizará se os fatores causadores da crise permanecerem ativos. "Pode faltar diesel pontualmente no Brasil", afirma Pedro Shinzato, analista de derivados da consultoria Stonex. "Não devemos ver um desabastecimento generalizado, mas em postos específicos, de bandeira branca, ou em regiões do país mais afastadas, é bem possível falar em faltas esporádicas." Para Maurício Canêdo, professor da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV-EPGE) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), existe a possibilidade de carência pontual caso a própria Petrobras não aumente seu ritmo de importação. "Uma escassez pontual é mais provável do que uma falta generalizada de diesel nos postos ou no transporte de carga. Pode haver atrasos no despacho ou faltas esporádicas por conta de problemas de logística de mudança de fornecedor diante do problema global", diz. Entre os principais fatores apontados pelos especialistas para a concretização do cenário futuro está a defasagem do preço do diesel em relação ao mercado internacional, que pode desencorajar a compra do combustível no exterior por importadores privados. As sanções e bloqueios impostos à Rússia por conta da guerra na Ucrânia, que levaram os estoques internacionais para mínimos históricos, também são um grande fator de peso. O que está por trás dos temores de escassez? A preocupação com um desabastecimento de diesel não é exclusiva do Brasil. Desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, Estados Unidos e União Europeia impuseram sanções contra o país, que é o segundo maior produtor e exportador de petróleo do mundo. Com isso, a oferta da commodity diminuiu globalmente e os seus preços dispararam. "Vários países estão com os estoques de diesel e outros combustíveis bastante baixos para os padrões usuais. Se essa situação continuar por muito tempo, o mundo inteiro corre o risco de sofrer com algum tipo de problema de oferta", diz o economista Maurício Canêdo. "A grande questão que definirá se vai haver desabastecimento ou aumento ainda maior do preço do diesel no mercado internacional é a velocidade e a escala com que a Europa vai cortar seu fornecimento da Rússia", afirma Felipe Perez, estrategista de downstream para a América Latina da S foram 14,4 milhões de metros cúbicos de diesel A (puro, sem biodiesel), volume 20,4% maior do que no ano anterior. Ainda de acordo com a ANP, a participação do diesel vendido no país com origem estrangeira passou de 20,9% em 2020 para 23,2% em 2021. A Petrobras adotou o chamado preço de paridade de importação (PPI) em 2016, durante o governo de Michel Temer. O PPI vincula o valor dos derivados de petróleo ao comportamento dos preços dos produtos em dólares no mercado internacional. Recentemente, porém, os reajustes para acompanhar o valor internacional se tornaram mais espaçados. Segundo o g1, em reuniões internas do governo, o presidente Jair Bolsonaro (PL) também teria dito a auxiliares que não quer novos reajustes no diesel, gasolina e gás de cozinha até a eleição, em outubro. "No momento o preço do diesel no Brasil está até bem alinhado com o internacional, mas porque o mercado caiu nas últimas duas semanas e o valor global também caiu um pouco", diz Pedro Shinzato. "Mas sabemos que o atual presidente está buscando a reeleição e que o aumento nos preços de combustível pode ser uma política impopular." Diante da defasagem do preço do diesel, importadores particulares, não vinculados à Petrobras, podem deixar de comprar o combustível no exterior para evitar prejuízo ao revendê-lo internamente. "Ninguém vai importar o diesel caro para vender mais barato no Brasil", resume Canêdo. Essa foi exatamente a preocupação que teria sido exposta pela Petrobras na apresentação ao governo. Segundo as informações da Reuters, o documento afirma que "sem sinalização de que os preços de mercado serão mantidos adiante, há um risco concreto de escassez de diesel no auge da demanda, durante a temporada de colheita, afetando o PIB do Brasil". Os especialistas afirmam ainda que a temporada de furacões no Atlântico, que se estenderá nesse ano de junho a novembro, também pode representar problemas para o fornecimento de diesel brasileiro. "As refinarias americanas são a principal origem das importações do Brasil e boa parte delas está concentrada na região da Costa do Golfo dos EUA, que costuma ser uma das mais atingidas pela temporada de furacões", diz Pedro Shinzato, da Stonex. "Com as refinarias dos EUA em capacidade alta, um furacão ou condições climáticas mais difíceis podem parar o refino ou a produção de petróleo e fazer com que o mercado fique ainda mais justo", afirma Perez. Vai faltar diesel mesmo? Para os analistas consultados pela BBC News Brasil, uma falta pontual pode ser observada caso os fatores de risco se mantenham e não se encontrem alternativas viáveis para o fornecimento. Para Maurício Canêdo, a possibilidade pode ser contornada caso a Petrobras decida buscar alternativas para a importação do diesel no mercado global e supra a demanda não atendida pelas importadoras privadas. "Temos levantado que a Petrobras já está procurando fontes alternativas de oferta na Ásia e África para driblar a diminuição da oferta nos Estados Unidos", diz. O especialista explica que esse processo seria mais custoso e demorado. Também significaria que a estatal precisaria arcar com os possíveis prejuízos de vender o diesel no Brasil a preços mais baixos do que os praticados no mercado internacional. "Mas acho improvável que a Petrobras decida não fazer isso diante de um risco de escassez, pois o maior acionista da empresa ainda é a União", afirma Canêdo. Já Felipe Perez acredita que a defasagem dos preços fará com que os estoques das refinarias nacionais acabem primeiro, mas não afetará de imediato o ritmo de importações. "As empresas que têm a vantagem logística, competitiva, contratual e estrutural devem negociar primeiro com os refinadores brasileiros. Mas no final das contas o balanço tem que ser fechado com as importações e esse preço vai ser o preço de mercado", diz. Problemas de falta de suprimento foram relatados em Minas Gerais e no Distrito Federal entre março e abril deste ano, mas os sindicatos que representam os revendedores de combustíveis nas duas regiões afirmam que a situação já se normalizou. Ainda assim, Paulo Tavares, presidente Sindicombustíveis-DF, teme problemas no segundo semestre caso o consumo mundial de petróleo russo permaneça abalado e a Petrobras mantenha sua política de preços. "A manutenção do preço do diesel em níveis mais baixos do que os do mercado internacional pode fazer com que falte produto para as distribuidoras, porque elas não vão importar o produto mais caro", diz. "Não creio que vai haver escassez geral, mas podemos ter novos relatos de falta em algumas regiões e o preço certamente vai subir muito." O presidente-executivo da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araújo, afirma que qualquer falta deve ser pontual. "Em alguns municípios pode haver descontinuidade no suprimento por alguns dias, porque com a defasagem do preço, os importadores e as distribuidoras regionais não estão importando tanto", diz. "Nesse cenário, redes de postos de bandeira branca e outros consumidores menores ficam mais vulneráveis a eventual falta de produto." Em resposta aos rumores, a ANP afirmou em nota que monitora o abastecimento nacional de combustíveis de forma sistemática, por meio do acompanhamento dos fluxos logísticos em todo o território brasileiro. "Na presente data, o abastecimento com diesel aos consumidores se mantém regular", diz a agência. Procurados, a Petrobras e o Ministério de Minas e Energia não responderam aos pedidos de comentário. E o preço? Os especialistas concordam que, com a continuidade nos problemas com a oferta mundial de diesel, o preço do produto nas bombas do Brasil pode continuar subindo. "O preço pode aumentar sim na bomba em algumas regiões. É o que acontece toda vez que a demanda corre por cima da oferta", explica Maurício Canêdo. "A primeira resposta a tudo que tem acontecido são os preços mais altos - algo que já estamos vendo desde outubro, na verdade", pontua Pedro Shinzato. Segundo analistas, o aumento afeta mais os consumidores finais principais do diesel como caminhoneiros, operadores de serviços de logística e transportadores de passageiros em coletivos. (BBC News)

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Venda de etanol no Centro-Sul recua na 1ª quinzena e no acumulado da safra

As unidades produtoras de açúcar e álcool do Centro-Sul comercializaram um total de 990,82 milhões de litros de etanol na primeira quinzena de maio, informou a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica). O volume representa baixa de 17,27% na comparação com igual período de 2021. No acumulado da atual safra 2022/23 (1º de abril de 2022 até 16 de maio de 2022), o volume vendido pela região teve baixa de 4,32% em relação à safra anterior, para 3,21 bilhões de litros. Quanto ao mercado interno, o volume do biocombustível hidratado vendido na primeira quinzena de maio caiu 24,31% frente a igual período do ano passado, para 605,58 milhões de litros. "Ao que parece, está ocorrendo um ajuste nos estoques operacionais das distribuidoras. Após a contração do mercado no mês de abril, conforme divulgação realizada pela ANP, não houve a necessidade de manter um ritmo aquecido na compra do produto dos produtores", informa a Unica em nota. As vendas domésticas de etanol anidro, por sua vez, totalizaram 363,92 milhões de litros na quinzena, invertendo a tendência do mês de abril e registrando uma queda de 4,85% na comparação com 2021. De acordo com a entidade, a queda no volume comercializado de etanol anidro é consequência da maior importação para o mês de maio que, conforme alguns line-ups, deve ultrapassar 120 milhões de litros. No acumulado da safra, foram comercializados 1,99 bilhão de litros de hidratado domesticamente (queda de 11,95%) e 1,1 bilhão de litros de etanol anidro (alta de 7,78%). (Estadão Conteúdo)

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