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Alckmin repete Lula e defende plano para reduzir petróleo

O vice-presidente, Geraldo Alckmin, defendeu nesta segunda-feira (17) a elaboração de um mapa do caminho para reduzir a exploração de combustíveis fósseis e também o desmatamento. "Nosso compromisso, de todos nós, é elaborar os mapas do caminho para a transição energética e o fim do desmatamento ilegal", disse. O discurso aconteceu na plenária que marca o início da segunda semana da COP30, na qual as discussões, antes técnicas, passam a ser tratadas pelos ministros dos países. Alckmin repetiu pleitos feitos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como a redução do uso de petróleo e o fim do desmatamento. Também defendeu o Fundo de Florestas Tropicais (TFFF), a proteção da Amazônia e os ressaltou a importância dos povos indígenas. Finalmente, ele pediu uma transição energética justa, e argumentou em favor do uso dos biocombustíveis como o etanol, ressaltando a política brasileira para este setor. "Temos a matriz energética mais renovável entre as grandes economias e somos pioneiros em bioenergia e biocombustíveis", disse.

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Etanol sobe em oito estados e é competitivo em quatro e no DF

Os preços médios do etanol hidratado caíram em 14 estados e no Distrito Federal (DF), subiram em outro oito e ficaram estáveis em três na semana entre 26 a 31 de outubro. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Nos postos pesquisados pela ANP em todo o país, o preço médio do etanol caiu 0,23% na comparação com a semana anterior, a R$ 4,27 o litro. Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, o preço subiu 0,25% na comparação semanal, a R$ 4,08 o litro. A maior alta percentual na semana, de 1,03%, foi registrada em Mato Grosso do Sul, a R$ 3,91 o litro. A maior queda, de 8,08%, ocorreu no Distrito Federal, para R$ 4,21 o litro. O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,39 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,49, foi observado em Pernambuco. Já o menor preço médio estadual, de R$ 3,91, foi registrado em Mato Grosso do Sul, enquanto o maior preço médio foi verificado no Amazonas, de R$ 5,49 o litro. Competitividade O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em quatro estados e no Distrito Federal na semana entre os dias 26 a 31 de outubro. Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 69,21% ante a gasolina no período, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da ANP. Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado. O etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes estados: Mato Grosso (69,17%); Mato Grosso do Sul (65,94%); Paraná (68,16%), e São Paulo (67,66%), além do Distrito Federal (69,59%). (Estadão Conteúdo)

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ANP divulga resultados de ações de fiscalização em 13 unidades da Federação (10 a 14/11/25)

Entre os dias 10 e 14/11, a ANP fiscalizou o mercado de abastecimento em 13 unidades da Federação. Nas ações, os fiscais verificaram a qualidade dos combustíveis, o fornecimento do volume correto pelas bombas medidoras, a adequação dos equipamentos e dos instrumentos necessários ao correto manuseio dos produtos, bem como as documentações de autorização de funcionamento das empresas e as relativas às movimentações dos combustíveis e lubrificantes. No período, destacou-se a continuidade das ações da ANP na operação de desintrusão na Terra Yanomami, em Roraima. Confira a tabela completa de todos os agentes econômicos fiscalizados no período. Agentes econômicos fiscalizados em operações que ainda estão em andamento não foram incluídos na planilha, de forma a preservar o sigilo das ações. Nesses casos, a planilha será atualizada com a inclusão dos dados após o término da respectiva operação. Veja abaixo mais informações sobre as principais ações realizadas nas unidades federativas do país: Roraima A ANP participou de ações em conjunto com a Força Nacional e as Polícias Civil e Federal, nas cidades de Alto Alegre, Boa Vista e Rorainópolis (nas duas últimas, em continuidade à operação nas terras Ianomami). Foram vistoriados 11 postos de combustíveis e um ponto de abastecimento, com a lavratura de três autos de infração e um de interdição. Foram coletadas duas amostras de combustíveis para análise em laboratório. Amazonas Os fiscais estiveram nas cidades de Manaus, Manacapuru e Presidente Figueiredo (em ação conjunta com o Ibama e a Polícia Rodoviária Federal). Foram fiscalizados dois postos flutuantes de combustíveis, um posto de combustíveis e dois transportadores-revendedores-retalhistas (TRR), com a lavratura de dois autos de infração. Três amostras de combustíveis foram coletadas para análise em laboratório. Bahia Houve vistoria em 34 postos de combustíveis em Salvador, Jaguaquara, Itaquara, São Miguel das Matas, Lauro de Freitas, Conceição do Jacuípe, Feira de Santana, Maracas, Jequié e Amargosa. Foram lavrados seis autos de infração e um de interdição. Cinco amostras de combustíveis foram coletadas para análise em laboratório. Espírito Santo Seis postos de combustíveis foram fiscalizados em Serra e Vila Velha, por meio de acordo de cooperação técnica com o Procon-ES, com a lavratura de um auto de infração e um auto de interdição parcial. Foram coletadas três amostras de combustíveis para análise em laboratório. Goiás Os fiscais estiveram em 20 postos de combustíveis e em uma revenda de GLP, nos municípios de Rio Verde, Água Fria de Goiás, São João Dersquo;Aliança, Itumbiara (em parceria com o Procon Municipal), Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Flores de Goiás, Nova Roma, Sidrolândia e Vila Boa. Não foram encontradas irregularidades. Foram coletadas 30 amostras de combustíveis para análise em laboratório. Mato Grosso As operações aconteceram em Várzea Grande (em parceria com o Procon Municipal), Sinop, Peixoto de Azevedo e Guarantã do Norte, em seis postos de combustíveis, cinco distribuidoras de combustíveis e uma revenda de GLP. Foi lavrado um auto de infração e foram coletadas 14 amostras de combustíveis para análise em laboratório. Mato Grosso do Sul Foram fiscalizados sete postos de combustíveis e três transportadores-revendedores-retalhistas (TRR), em Campo Grande, Terrenos e São Gabriel do Norte. Foram lavrados três autos de infração e coletadas sete amostras de combustíveis para análise em laboratório. Minas Gerais Foram vistoriados 25 postos de combustíveis e um agente não regulado, nos municípios de Santo Antônio do Amparo, Governador Valadares, Ituiutaba, Lagoa da Prata, Candeias, Campo Belo, Cláudio, Nepomuceno, Divinópolis, Carmo do Cajuru e Uberlândia, nessa última localidade em ação conjunta com o Procon Municipal. Foram lavrados nove autos de infração e um de interdição, e coletadas 11 amostras de combustíveis para análise em laboratório. Paraná As ações aconteceram em Curitiba, Colombo e São José dos Pinhais, em parceria com a Polícia Civil e a Receita Estadual do Paraná nas duas últimas localidades. Foram vistoriados 14 postos de combustíveis, sem registro de irregularidades. Três amostras de combustíveis foram coletadas para análise em laboratório. Rio de Janeiro Foram fiscalizados 29 postos de combustíveis, nas cidades do Rio de Janeiro, Araruama, Niterói, São Gonçalo, Iguaba Grande, São João de Meriti, Cabo Frio, São Pedro da Aldeia, Maricá e Itaboraí. A ANP participou de operações com a Secretaria Estadual de Defesa do Consumidor (SEDCON), o Procon-RJ, o Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro (Detran-RJ) e o Comando de Polícia Ambiental (CPAM) da Polícia Militar Ambiental em Niterói e Cabo Frio. Em São Gonçalo, a ação foi em conjunto com Procon-RJ, o Detran-RJ, o Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (IPEM/RJ), a SEDCON, a Polícia Militar Ambiental e 7º Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Na capital fluminense, em Maricá e em Itaboraí, a ANP participou da Operação Foco, com a Secretaria de Fazenda (Sefaz-RJ) e a Polícia Civil. Ainda na capital fluminense, foi realizada uma ação com o Ipem-RJ e outra com a Naturgy e a Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Rio de Janeiro (Agenersa) No total, foram lavrados nove autos de infração e sete de interdição, coletadas 13 amostras de combustíveis para análise em laboratório e apreendidos 35.094 litros de etanol e 2.375 litros de gasolina. Rio Grande do Sul Oito postos de combustíveis, duas revendas de GLP, um ponto de abastecimento e um transportador-revendedor-retalhista (TRR) foram fiscalizados nos municípios de São Lourenço do Sul, Arroio Grande, Imbé, Torres, Bagé e Viamão. Não foram encontradas irregularidades. Foram lavrados cinco autos de infração e um de interdição, e coletadas sete amostras de combustíveis para análise em laboratório. Santa Catarina As ações aconteceram em sete postos de combustíveis, três pontos de abastecimento, uma revenda de GLP, um consumidor de solventes e uma planta de armazenagem de óleo lubrificante acabado, em Itajaí, Navegantes, Jaraguá do Sul, Jaraguão, Indaial (em parceria com o Inmetro e o Procon Estadual), Tijucas, Pomerode e Blumenau. Foram lavrados três autos de infração e dois de interdição, e apreendidas 102 embalagens de óleo lubrificante. São Paulo Houve vistoria em 58 postos de combustíveis. Foram coletadas 26 amostras de combustíveis para análise em laboratório, lavrados 13 autos de infração e dois de interdição. As ações aconteceram na capital e nos municípios de Ribeirão Preto, São Bernardo do Campo, Santo André, Diadema, São Caetano do Sul, Jacareí, Serrana, Guarulhos, Caraguatatuba, São Sebastião, Ubatuba, Mauá e São José dos Campos. Em Jacareí, São José dos Campos, Caraguatatuba, São Sebastião e Ubatuba, as ações foram realizadas pelo Procon Estadual, por meio de acordo de cooperação técnica com a ANP. Consulte os resultados das ações da ANP em todo o Brasil As ações de fiscalização da ANP são planejadas a partir de diversos vetores de inteligência, como informações da Ouvidoria da ANP com manifestações dos consumidores, dados do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da Agência, informações de outros órgãos e da área de Inteligência da ANP, entre outros. Dessa forma, as ações são focadas nas regiões e agentes econômicos com indícios de irregularidades. Para acompanhar todas as ações de fiscalização da ANP, acesse o Painel Dinâmico da Fiscalização do Abastecimento. Os estabelecimentos autuados pela ANP estão sujeitos a multas que podem variar de R$ 5 mil a R$ 5 milhões, além de penas de suspensão e revogação de sua autorização. As sanções são aplicadas somente após processo administrativo, durante o qual o agente econômico tem direito à ampla defesa e ao contraditório, conforme definido em lei. Já a interdição é uma medida cautelar, aplicada para proteger o consumidor, evitando a comercialização de combustíveis fora das especificações, fornecimento de combustível em quantidade diferente da marcada na bomba, entre outras irregularidades. Caso o posto comprove à ANP que o problema foi sanado, a Agência realiza a desinterdição, sem prejuízo do processo administrativo e possíveis penalidades. Denúncias sobre irregularidades no mercado de combustíveis podem ser enviadas à ANP por meio do telefone 0800 970 0267 (ligação gratuita) ou do FalaBR, plataforma integrada de ouvidoria e acesso à informação da Controladoria-Geral da União (CGU).

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Tarifaço de Trump: 'Estamos trabalhando para reduzir mais as tarifas dos EUA', diz Alckmin

O vice-presidente brasileiro e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, voltou a dizer nesta segunda-feira, 17, que está confiante sobre as negociações com os Estados Unidos para a redução ou retirada de tarifas de 40% sobre parte da pauta exportadora do Brasil. Ele falou sobre a necessidade de eldquo;corrigir distorçõeserdquo; e reforçou que os EUA têm superávit comercial com o Brasil. Ele participa de coletiva de imprensa em Belém (PA). Na semana passada, o governo dos EUA anunciou a redução de tarifas para a carne bovina de alta qualidade, café, castanhas-do-pará, caju, coco, laranja, tomate, banana e outras frutas, ao retirar a taxa recíproca de 10%. O governo dos Estados Unidos confirmou no mesmo dia ao governo brasileiro que, apesar do alívio tarifário anunciado sobre produtos agrícolas, a tarifa adicional de 40% sobre produtos brasileiros está mantida. eldquo;Estamos trabalhando para reduzir mais as tarifas dos EUAerdquo;, declarou Alckmin. Sobre a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-30), Alckmin falou hoje que 118 países apresentaram as suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs). As informações estão sendo atualizadas diariamente, após atraso nas apresentações. O vice-presidente classificou a Conferência em Belém (PA) como eldquo;um sucessoerdquo;. Mercosul-UE Alckmin voltou a mostrar confiança para a assinatura do texto final do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Anteriormente, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, já havia informado que as negociações do acordo comercial estavam concluídas e que a assinatura virá quando o debate sobre o tema no Conselho Europeu for finalizado. O vice-presidente comentou sobre diversos temas, incluindo os resultados alcançados pelo Brasil no desenvolvimento de novas fontes renováveis de energia. eldquo;Vamos ser os grandes protagonistas do SAF [Combustível Sustentável de Aviação]erdquo;, disse. Sobre o tema da transição para o fim da dependência em relação aos combustíveis fósseis, o embaixador Mauricio Carvalho Lyrio, Secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, reforçou que Lula sugeriu uma eldquo;mapa do caminhoerdquo; para fim da dependência na Cúpula de Líderes, realizada antes da COP30. Ele ressaltou que a COP já está marcada pela diretriz do presidente sobre transição energética e a decisão sobre o tema foi tomada em Dubai, na COP28.

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Petrobras vê sucesso exploratório em descoberta de petróleo e quer acelerar produção de baixo custo

A descoberta no bloco Sudoeste de Tartaruga Verde, no pós-sal na bacia de Campos, anunciada nesta segunda-feira, 17, pela Petrobras, está sendo considerada um grande sucesso exploratório, e deverá ter sua produção acelerada com a utilização de plataforma e materiais já existentes para reduzir custos, disseram pessoas próximas ao assunto. Além de óleo de excelente qualidade, leve, a descoberta foi realizada a uma profundidade considerada favorável, de 734 metros, bem longe dos milhares de metros dos campos do pré-sal. Segundo pessoas a par do assunto, um grupo de trabalho vai ser criado para desenvolver o projeto do Sudoeste de Tartaruga Verde, que deverá produzir por meio de tie-back (conexão de campos de petróleo e gás offshore a instalações de produção já existentes por meio de oleodutos e outras estruturas). Para isso, estão sendo estudadas plataformas próximas com capacidade ociosa e equipamentos já adquiridos pela companhia. Segundo essas pessoas, a descoberta consolida os planos da atual gestão da empresa para a bacia de Campos, que já foi a principal bacia do País e hoje produz apenas 20% do total de petróleo. A expectativa é que a bacia volte a produzir cerca de 1 milhão de barris de óleo equivalente por dia. Uma pessoa com conhecimento do assunto que pediu anonimato afirmou que a descoberta demonstra o sucesso exploratório da Petrobras, que tem uma presidente (Magda Chambriard) que foi gerente de reservatório e uma diretora (Sylvia Anjos) geóloga.

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Vendas no varejo devem subir até janeiro de 2026, aponta IDV

Os últimos dados do IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas do Instituto para Desenvolvimento do Varejo) nominal, que considera a participação das atividades no volume total de vendas do comércio varejista medido pelo IBGE, apresenta previsão de crescimento de 5,0% em novembro e 3,2% em dezembro deste ano e 2,3% em janeiro de 2026, sempre em relação aos mesmos meses do ano anterior. Em outubro, houve alta de 2,3%. Já os dados apresentados pelo IAV-IDV, ajustados pelo IPCA, apontam leve alta de 0,5% em novembro, queda de 1,3% em dezembro deste ano e nova queda de 2,5% em janeiro de 2026. Em outubro, houve queda de 2,4% em relação ao mesmo mês de 2024. eldquo;O resultado de outubro foi influenciado pela intenção de consumo das famílias, que caiu 0,5%, a terceira queda seguida. Segundo Pesquisa da Neotrust CONFI, o e-commerce brasileiro atingiu um faturamento de R$ 8,43 bilhões em função do Dia das Crianças, um crescimento nominal de 25% em relação ao mesmo período de 2024erdquo;, explica Jorge Gonçalves Filho, presidente do IDV. O cenário para os próximos meses ainda inspira atenção pois a expectativa é que o IPCA, índice oficial de inflação, feche 2025 com alta de 4,55%, acima do teto da meta de 4,5% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Essa inflação mais alta pode afetar diretamente o bolso das famílias, reduzindo o poder de compra. Já a política monetária segue em campo contracionista, com a Selic em 15% ao ano. eldquo;Por mais que as explicações técnicas queiram justificar este patamar da Selic, que leva os juros reais a, aproximadamente, 10%, há o risco de gerar uma profunda retração no varejo, em especial para os médios e pequenos varejistas. O patamar elevado de juros encarece o crédito para famílias e empresas, dificultando a expansão do consumo e dos investimentos privados. Esse ambiente econômico pode influenciar o desempenho do varejo. A combinação entre inflação acima da meta, desaceleração da atividade e custo elevado do crédito pode afetar o ritmo efetivo dessas vendas à medida que a capacidade de consumo das famílias tende a ficar mais restritaerdquo;, analisa Jorge Gonçalves Filho As projeções são feitas a partir dos dados individuais que cada associado do IDV informa em relação à sua expectativa de faturamento para os próximos três meses. Esse conjunto de empresas que compõem o índice possui representantes em todos os setores do varejo e corresponde a, aproximadamente, 20% das vendas no varejo brasileiro. IAV Setorial Em outubro, quase todos os setores do índice apresentaram crescimento, com exceção de material de construção e móveis e eletrodomésticos. No setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, outubro teve alta de 1,1% em relação ao mesmo mês de 2024, abaixo do previsto no mês anterior. Para novembro e dezembro deste ano e janeiro de 2026, a previsão é de alta de 7,5%, 3,0% e 2,5%, respectivamente. No setor de atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, outubro teve alta de 2,8% em relação ao mesmo mês de 2024, abaixo do previsto no mês anterior. Para novembro e dezembro deste ano e janeiro de 2026, a previsão é de alta de 4,8%, 3,1% e 3,5%, respectivamente. No setor de material de construção, outubro teve queda de 1,4% em relação ao mesmo mês de 2024, abaixo do previsto no mês anterior. Para novembro e dezembro deste ano e janeiro de 2026, a previsão é de alta de 1,0%, 3,6% e 1,6%, respectivamente. No setor de outros artigos de uso pessoal e doméstico, outubro teve alta de 10,9% em relação ao mesmo mês de 2024, abaixo do previsto no mês anterior. Para novembro e dezembro deste ano e janeiro de 2026, a previsão é de alta de 12,2%, 13,4% e 2,0%, respectivamente. No setor de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos, outubro teve alta de 16,1% em relação ao mesmo mês de 2024, abaixo do previsto no mês anterior. Para novembro e dezembro deste ano e janeiro de 2026, a previsão é de alta de 13,6%, 11,5% e 8,1%, respectivamente. No setor de móveis e eletrodomésticos, outubro teve queda de 3,2% em relação ao mesmo mês de 2024, abaixo do previsto no mês anterior. Para novembro e dezembro deste ano, a previsão é de alta de 3,0% e 1,0%, respectivamente, e de queda de 1,3% em janeiro de 2026. No setor de tecidos, vestuário e alçados, outubro teve alta de 6,9% em relação ao mesmo mês de 2024, abaixo do previsto no mês anterior. Para novembro e dezembro deste ano e janeiro de 2026, a previsão é de alta de 7,5%, 2,6% e 9,0%, respectivamente. (IDV)

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