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BYD promete avançar processo de fabricação local

BYD promete avançar processo de fabricação local

Não foi à toa que durante um jantar de negócios, na quarta-feira (7), em Shenzhen, sede da BYD, Alexandre Baldy, vice-presidente da montadora no Brasil, recebeu de presente uma miniatura de cavalo. No calendário chinês, que começa em fevereiro, 2026 será o ano do Cavalo de Fogo. Representa rapidez e intensidade, qualidades essenciais para o cumprimento da dinâmica agenda que a BYD definiu para a sua operação no Brasil este ano. Segundo Baldy, entre abril e maio, a fábrica de Camaçari (BA) começará a fazer estamparia, solda e pintura dos veículos. Trata-se dos três mais importantes processos de manufatura da indústria automotiva e passo essencial para uma fábrica deixar de fazer a mera montagem para efetivamente se tornar fabricante de veículos. No dia 31 de janeiro termina o prazo fixado pelo governo federal para importação de veículos semimontados sem Imposto de Importação. A partir de fevereiro o tributo subirá para 35%. Para ler esta notícia, clique aqui.

EUA vão controlar vendas de petróleo da Venezuela por tempo indeterminado

EUA vão controlar vendas de petróleo da Venezuela por tempo indeterminado

Os Estados Unidos precisam controlar as vendas de petróleo e receitas da Venezuela indefinidamente para impulsionar as mudanças que desejam ver no país sul-americano, disse o secretário de Energia Chris Wright nesta quarta-feira (7). Os comentários refletem a importância do petróleo bruto para a estratégia do presidente Donald Trump na Venezuela desde que as forças americanas destituíram o ditador do país, Nicolás Maduro, em uma operação na capital Caracas no sábado (3). "Precisamos ter essa influência e esse controle sobre as vendas de petróleo para impulsionar as mudanças que simplesmente devem acontecer na Venezuela", disse Wright na Conferência de Energia, Tecnologia Limpa e Serviços Públicos da Goldman Sachs em Miami. O país membro da OPEP possui as maiores reservas de petróleo do mundo, mas representa apenas cerca de 1% da oferta global. Wright disse que os EUA comercializariam o petróleo venezuelano armazenado e depois venderiam a produção futura contínua, inclusive para refinarias americanas equipadas para processá-lo. Segundo comunicado do Departamento de Energia americano, o país já começou a comercializar o petróleo da Venezuela, e todos os recursos provenientes de sua venda serão depositados em contas controladas pelos EUA em bancos reconhecidos mundialmente. "Contratamos os principais comercializadores de commodities e os principais bancos do mundo para executar e fornecer suporte financeiro para essas vendas de petróleo bruto e derivados", disse o departamento. Wright acrescentou que estava conversando com empresas petrolíferas americanas para entender quais condições permitiriam que elas entrassem na Venezuela para ajudar a aumentar a produção do país. "Os recursos são imensos. Este deveria ser um país rico, próspero e pacífico, uma potência energética", disse ele. Na terça-feira (6), Washington anunciou um acordo com Caracas para exportar até US$ 2 bilhões em petróleo bruto venezuelano para os EUA. Trump disse que quer que a líder interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, dê aos EUA e às empresas privadas "acesso total" à indústria petrolífera de seu país. Vender o petróleo "beneficiará o povo americano, a economia americana e os mercados globais de energia, mas, é claro, também beneficiará enormemente o povo da Venezuela", disse ele. As ações das refinarias americanas Marathon Petroleum, Phillips 66 e Valero Energy subiram entre 2,5% e 5%. Na sexta-feira (9), Trump se reunirá com executivos de empresas petrolíferas americanas para discutir a situação da Venezuela, segundo comunicado da Casa Branca desta quarta-feira (7). Representantes da Exxon Mobil, ConocoPhillips e Chevron emdash;as três maiores empresas petrolíferas dos EUAemdash; estariam presentes, de acordo com uma fonte familiarizada com o encontro. As empresas, todas com experiência na Venezuela, recusaram-se a comentar. A Chevron é a única grande petrolífera americana operando nos campos de petróleo da Venezuela. A Exxon Mobil e a ConocoPhillips foram grandes produtoras no país antes que seus projetos fossem nacionalizados por Hugo Chávez há quase duas décadas. A Venezuela produzia até 3,5 milhões de barris por dia na década de 1970. Mas a má gestão e o investimento estrangeiro limitado levaram desde então a uma enorme queda na produção anual, que teve média de cerca de 1,1 milhão de barris diários no ano passado. Wright disse que acredita que aumentos de produção a curto prazo na Venezuela são possíveis, mas que uma recuperação maior para os níveis de produção anteriores levaria anos. "Poderíamos obter várias centenas de milhares de barris por dia de produção adicional no curto a médio prazo se as condições estiverem presentes para apenas pequenos investimentos de capital", acrescentou Wright.

Mercado na expectativa da reunião do governo Trump com petroleiras sobre Venezuela

Mercado na expectativa da reunião do governo Trump com petroleiras sobre Venezuela

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai se encontrar com representantes de petroleiras na sexta (9/1) para discutir eldquo;oportunidadeserdquo; na Venezuela após a invasão ao país, segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt. eldquo;É apenas uma reunião para discutir, obviamente, a imensa oportunidade que se apresenta a essas empresas petroleiras neste momentoerdquo;, afirmou Leavitt. (Folha de São Paulo) Trump já mencionou a possibilidade de dar subsídios às companhias americanas para que retornem ao país caribenho. O avanço nas negociações com as empresas ocorre depois que as autoridades venezuelanas concordaram em entregar aos EUA até 50 milhões de barris de petróleo de estoques existentes. O valor obtido com a venda ficará em contas controladas pelos EUA. O volume equivale a quase dois meses de produção venezuelana. O secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, disse que a intenção é vender o óleo para refinarias americanas. A estatal venezuelana PDVSA confirmou que está em negociação com os Estados Unidos para a venda de volumes de petróleo no eldquo;contexto das relações comerciais existentes entre os dois paíseserdquo;. eldquo;A Venezuela está comprometida a fazer negócios tendo os EUA como seu principal parceiroeldquo;, afirmou Trump nas redes na noite de quarta (7). Segundo o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, há um plano de três fases para a Venezuela, que incluem estabilização, recuperação e transição (Agência Brasil) Agências de risco e gestoras apontam que, no longo prazo, uma eventual abertura do setor petrolífero venezuelano favorece empresas com histórico no país emdash; como Chevron, ConocoPhillips e ExxonMobil emdash; além de europeias com ativos locais, como Eni e Repsol, e prestadoras globais de serviços, a exemplo de SLB e Halliburton. Em contrapartida, o cenário pode pressionar concorrentes, como os produtores canadenses. No curto prazo, no entanto, os impactos sobre as empresas devem seguir limitados. Para se aprofundar: Quais foram as reações do mercado à invasão na Venezuela? Enquanto isso, em paralelo, as tensões internacionais crescem: os EUA apreenderam dois navios petroleiros associados ao escoamento de petróleo da Venezuela, no Atlântico Norte e no Caribe, sendo um de bandeira russa. A operação teve apoio operacional das Forças Armadas britânicas. A Rússia condenou: eldquo;Nenhum Estado tem o direito de usar a força contra embarcações devidamente registradas sob a jurisdição de outros paíseserdquo;, afirmou Moscou.

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