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Vendas no varejo do Brasil sobem 1% em novembro impulsionadas pela Black Friday

Vendas no varejo do Brasil sobem 1% em novembro impulsionadas pela Black Friday

A Black Friday impulsionou as vendas no varejo do Brasil bem mais do que o esperado em novembro para uma alta de 1% em relação ao mês anterior, marcando o segundo avanço seguido, de acordo com dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (15). Na comparação com o mesmo mês de 2024, as vendas apresentaram alta de 1,3%. O resultado ficou bem acima da expectativa em pesquisa da Reuters de crescimento de 0,3%. Entre as oito atividades pesquisadas na pesquisa do IBGE sobre o varejo, sete apresentaram expansão das vendas, com destaque para Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (4,1%) e Móveis e eletrodomésticos (2,3%). Também tiveram resultados positivos no mês Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,2%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,0%); Livros, jornais, revistas e papelaria (1,5%); Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,0%); e Combustíveis e lubrificantes (0,6%). O único resultado negativo foi em Tecidos, vestuário e calçados (-0,8%). No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças; material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, houve expansão de 0,7% das vendas em novembro sobre outubro. Enquanto as vendas de material de construção aumentaram 0,8%, as de veículos e motos caíram 0,2%. (Reuters)

Fundos administrados pela Reag não serão liquidados, dizem especialistas

Fundos administrados pela Reag não serão liquidados, dizem especialistas

Fundos administrados pela Reag não serão automaticamente liquidados e permanecerão ativos mesmo após a decretação da liquidação extrajudicial da administradora nesta quinta-feira (15). Os fundos, no entanto, precisarão buscar novas instituições para assumir sua administração, segundo especialistas ouvidos pela Folha. A liquidação só ocorrerá caso nenhuma instituição aceite assumir a administração dos fundos. Nesse cenário, os investidores podem ter lucro ou prejuízo, a depender do desempenho das aplicações. "Isso costuma acontecer quando os fundos são pouco atrativos, com baixa rentabilidade ou alta complexidade. Fundos bons e rentáveis geralmente encontram administrador com facilidade", afirma Cristiano Correa, professor de finanças do Ibmec. Durante o processo de liquidação extrajudicial, os fundos de investimento da Reag ficam congelados e sob supervisão do Banco Central, mas não são encerrados, já que o fundo é um conjunto de ativos pertencentes aos cotistas, não à administradora. Cabe aos gestores e aos investidores definir, por meio de assembleia, uma nova administradora para os fundos que estavam sob responsabilidade da instituição. "Durante esse período de transição, enquanto não há uma nova administradora formalmente indicada, o fundo fica bloqueado para movimentações. Não há entrada nem saída de cotistas", diz Correa. Segundo ele, o processo costuma ser conduzido com rapidez pelo Banco Central, que indica um liquidante (administrador temporário que conduz a liquidação) para evitar prejuízos aos investidores. Não há regra que defina um prazo específico. De acordo com Alexandre Chaia, professor de economia do Insper, o processo de levantamento dos ativos e efetiva transferência costuma ser ágil, desde que haja uma nova administradora interessada. "O risco é não encontrar uma nova administradora. Se isso ocorrer, o Banco Central pode determinar a liquidação do fundo, iniciando o processo de venda dos ativos e de pagamento aos investidores", afirma. Para Chaia, há risco para a confiança no mercado caso o processo de transferência falhe e os investidores passem a registrar prejuízos relevantes, o que poderia gerar desconfiança sobre a segurança dos fundos. "Quando o Banco Central liquida uma instituição que apresenta problemas ou realiza operações irregulares, isso indica que as demais, que não foram liquidadas, estão em conformidade com as exigências do BC", diz. "Não vejo um impacto generalizado, mas ele pode surgir se houver dificuldade para transferir os fundos para novas administradoras e os investidores começarem a ter prejuízos. Nesse cenário, pode haver desconfiança de que, em casos de intervenção, os recursos aplicados não sejam integralmente recuperados", afirma. Segundo Luiz Garcia, advogado tributarista formado pela USP e sócio do Tax Group, nesses casos a liquidação de fundos mais simples, não estruturados, costuma levar entre 30 e 90 dias. Já fundos mais complexos, com ativos ilíquidos ou estruturas sofisticadas, podem levar vários meses. Para Garcia, a relação da administradora com o caso Master não deve, por si só, impactar os fundos. Ele ressalta, contudo, que condutas inadequadas da administradora emdash; como a concessão de garantias indevidas entre fundos ou práticas consistentes de fraude emdash; podem gerar problemas mais graves. "Nesses casos, podem ocorrer bloqueios cautelares, auditorias mais profundas e atrasos generalizados nos processos", afirma. A Reag Trust teve a liquidação decretada um dia após a Polícia Federal deflagrar a segunda fase da operação Compliance Zero, que investiga a atuação de fundos de investimento que teriam sido usados para inflar o patrimônio do Banco Master. Essa nova etapa da investigação teve como alvos endereços ligados a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a parentes dele e a empresários, entre eles Nelson Tanure e João Carlos Mansur, ex-dono da Reag emdash;administradora investigada no caso Master e suspeita de envolvimento com organização criminosa. Após a operação da PF, a defesa de Mansur afirmou que não teve acesso à investigação, mas disse estar à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos. Mansur deixou o cargo de presidente do Conselho de Administração da Reag em setembro de 2025, em meio à crise de credibilidade provocada pela operação Carbono Oculto, que apurou a infiltração do PCC (Primeiro Comando da Capital) no setor de combustíveis e no mercado financeiro. A liquidação extrajudicial é adotada quando o Banco Central avalia que a situação da instituição financeira é irrecuperável. Nesse regime, o funcionamento da instituição é interrompido e ela é retirada do sistema financeiro nacional. Os bens dos controladores e ex-administradores tornam-se indisponíveis. A decretação da liquidação não implica, necessariamente, a falência da instituição. O liquidante pode, caso autorizado pelo BC, requerer a falência, que passa a ser conduzida pela via judicial.

Governo teme baixa adesão e quer ampliar verba do vale-gás, aposta eleitoral

Governo teme baixa adesão e quer ampliar verba do vale-gás, aposta eleitoral

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teme que o Gás do Povo, programa que tem como objetivo pagar botijões de gás de forma periódica a até 15 milhões de famílias, tenha alcance limitado devido ao ritmo de adesão de revendedores. Por isso, planeja aumentar a verba da iniciativa que é uma das apostas eleitorais para 2026. A adesão das revendedoras é voluntária e integrantes do governo têm expressado preocupação com o ritmo observado até agora, que estaria abaixo do esperado. O principal problema seriam os preços para o botijão, que consideram uma média praticada em cada estado e que, na visão de parte das varejistas, não é atrativo. Além disso, há relatos na iniciativa privada de resistência política ao programa. Dados obtidos pela Folha mostram disparidade nos números de entrada no programa. Enquanto capitais como Fortaleza (adesão de 71% das revendas) e Salvador (62%) têm percentual relevante, outras como Goiânia (34%) e Natal (43%) ficam bem para trás. Sergio Bandeira de Mello, presidente do Sindigas (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo), diz que o valor pago pelo governo é um fator decisivo para a adesão das revendas. "Algumas não desejaram aderir, o que é legítimo", afirma. Para ele, no entanto, a tendência é que o cenário comece a mudar conforme a iniciativa seja mais conhecida. "Tudo indica que os números devem flutuar ao longo do programa", afirma ele, que aposta em uma "corrida por adesão" nas próximas fases. A mudança planejada neste momento é uma alteração para driblar o aumento de governadores no ICMS (Imposto sobre Circulação e Mercadorias e Serviços), um imposto estadual, sobre o gás. Desde 1º de janeiro de 2026, o tributo passou de R$ 1,39/kg para R$ 1,47/kg. O ajuste é visto como crucial para elevar a remuneração aos revendedores e garantir o credenciamento das lojas com a correta execução do programa. Neste ponto, o impacto calculado é limitado, de R$ 59 milhões, e já recebeu sinal verde do MME (Ministério de Minas e Energia) e das primeiras análises do Ministério da Fazenda endash;embora nem todos os secretários da equipe econômica tenham estudado o assunto, de acordo com relatos ouvidos pela Folha. Mas o MME já tem falado em números bem maiores de ajuste para o programa. A proposta de Lei Orçamentária Anual de 2026 foi enviada pela gestão Lula contendo R$ 5,1 bilhões para o Gás do Povo. O Congresso cortou para R$ 4,7 bilhões. Agora, a pasta fala na possibilidade de expandir o valor para R$ 5,8 bilhões em 2026 considerando a necessidade de contemplar todos os usuários do Bolsa Família. Por meio da assessoria de imprensa, o Ministério de Minas e Energia não comentou valores, mas disse que a meta "é assegurar ampla cobertura territorial e atendimento adequado às famílias beneficiárias, em articulação com os agentes do setor". A pasta afirma que 1.600 revendas estão credenciadas, distribuídas nas dez capitais participantes neste momento, garantindo a operação nessa etapa inicial. "Como resultado desse planejamento, 98% das famílias contempladas nesta primeira fase do programa possuem uma revenda credenciada a até 2 km de distância da sua residência, assegurando facilidade de acesso e maior efetividade na concessão do benefício", diz o ministério. As regras do programa, que está em fase de implementação gradual, preveem que o beneficiário retire o botijão de 13 quilos na revenda autorizada. A loja, por sua vez, receberá o pagamento correspondente em até dois dias por meio da Caixa. A gestão Lula afirma que o objetivo do modelo é substituir o Auxílio Gás (criado durante o governo Bolsonaro), pago diretamente no Bolsa Família. De acordo com o governo, os recursos estavam sendo usados pelas famílias para outras finalidades, desviando o foco do programa. Para ter direito, a família deve estar inscrita no Cadastro Único (CadÚnico) e possuir renda familiar per capita mensal igual ou inferior a meio salário-mínimo. O programa prioriza famílias beneficiárias do Bolsa Família e aquelas com duas ou mais pessoas em sua composição. A quantidade de recargas anuais varia de quatro a seis botijões, conforme o tamanho da família. Os primeiros pagamentos começaram em novembro de 2025, e a previsão é implementar o programa totalmente até março.

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