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O varejo brasileiro enfrenta, em 2026, um calendário marcado pela concentração de 11 feriados nacionais em dias úteis, muitos com possibilidade de emenda, além da realização da Copa do Mundo e das eleições. A combinação tende a alterar o ritmo tradicional das vendas ao longo do ano. Em vez de uma trajetória mais estável, o setor projeta períodos de maior concentração de consumo intercalados por semanas mais fracas. Nesse cenário, as empresas devem adotar um planejamento mais flexível, com ajustes mais frequentes nas campanhas, na logística e na gestão de estoques.

No setor farmacêutico, há um contraste nítido entre a agressividade da indústria e a cautela do varejo. João Adibe, CEO da Cimed, é taxativo ao afirmar que o sucesso em um ano enxuto depende de enxergar além da fábrica.

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Fonte/Veículo: Valor Econômico

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