Reduzir jornada para 36 horas pode encolher PIB em 6,2%
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A ANP apreendeu 2,2 milhões de litros de gasolina adulterada com solvente em tanques de um terminal de armazenagem de combustível em Paulínia (SP). As análises laboratoriais realizadas no combustível coletado confirmaram a adulteração.
O combustível adulterado, armazenado no terminal, é de propriedade de seis distribuidoras, que são responsáveis por realizar a mistura de gasolina A com o etanol anidro para formar a gasolina C, vendida ao consumidor final. Normalmente, tais produtos ficam armazenados em bases próprias das distribuidoras ou em tancagens de terceiros, como no caso em questão.
Os dois tanques que armazenavam o produto adulterado só poderão ser desinterditados mediante autorização expressa da ANP. As distribuidoras proprietárias da gasolina A irão responder a processos administrativos, tendo garantido o direito à ampla defesa e ao contraditório, e estão sujeitas a multas que podem chegar a R$ 5 milhões, além de penas de suspensão e revogação de sua autorização.
A adição de solventes à gasolina, além de causar danos aos veículos, também está relacionada a fraudes fiscais e gera concorrência desleal no setor de combustíveis.
Fonte/Veículo: Assessoria de Imprensa da ANP
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