Opep+ concorda em princípio em manter produção de petróleo inalterada, dizem fontes
A Opep+ concordou em princípio em manter e#8288;sua produção de petróleo inalterada para março, e [...]
Com o novo repique no preço internacional do barril de petróleo na quinta (29/1), o preço do diesel vendido no Brasil às distribuidoras ampliou a defasagem em relação ao mercado externo.
A defasagem vem sendo registrada há semanas e tem gerado no mercado uma expectativa de reajuste nos preços da Petrobras.
A Petrobras afirma que evita repassar volatilidades externas aos preços internos. No entanto, desde o último reajuste do diesel emdash; em maio do ano passado emdash; houve importantes alterações no mercado global, assim como no câmbio.
Vale lembrar que o preço do barril e o câmbio não são as únicas métricas levadas em consideração pela Petrobras ao reajustar os combustíveis. Fatores como a competitividade e o market share também pesam na decisão.
E qualquer mudança no combustível vai ter impactos no bolso do consumidor, que está atento à inflação no ano eleitoral.
Segundo a ValeCard, o preço do diesel nos postos brasileiros já teve uma alta de 0,56% entre dezembro e janeiro deste ano. O maior aumento ocorreu no Nordeste.
Fonte/Veículo: Eixos
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