Nova Resolução sobre Medida Reparadora de Conduta já está em vigor
A Fecombustíveis informa que, desde o dia 1o de janeiro de 2026, a nova Resolução ANP nº 990/25, [...]
A perspectiva de aumento da produção de petróleo na Venezuela a médio prazo acende um sinal de alerta para a Petrobras e petroleiras brasileiras de menor porte, caso de Prio e Brava, na visão de especialistas do setor ouvidos pelo Valor. O retorno esperado de petroleiras americanas à Venezuela, depois da deposição do ex-presidente Nicolás Maduro, preso nos Estados Unidos, poderá contribuir para um aumento da oferta da commodity e pressionar ainda mais os preços, que situam-se atualmente na faixa de US$ 60 para o barril do tipo Brent (ontem fechou em US$ 60,70, com queda de 1,71% sobre a véspera).
A expectativa de que possa haver volumes adicionais de petróleo venezuelano disponíveis em horizonte de 12 ou 18 meses, em um mercado que já está sobreofertado, reforça a necessidade de as petroleiras priorizarem iniciativas de redução de custos para garantir a eficiência das operações, dizem especialistas.Preços menores podem empurrar produtores mais caros para fora do mercado e quem tiver custo de produção mais baixo consegue sobreviver mesmo em um cenário adverso.eldquo;Estamos atentos ao movimento na Venezuela e o foco continua a ser na eficiência de custoserdquo;, disse fonte próxima à Petrobras. Executivos da indústria no Brasil reconhecem que a Venezuela tem grandes reservas, mas dizem que o caminho da retomada de produção é gradual e existe ainda a questão de o petróleo venezuelano ser pesado, sujeito a descontos no mercado em um cenário de maior oferta.
O vice-presidente da Seamp;P Global, Carlos Pascual, previu, como noticiou o Valor ontem, que é possível elevar a produção de petróleo na Venezuela de 900 mil barris por dia para 1,5 milhão de barris diários com a infraestrutura existente num prazo de 18 meses. Para ler esta notícia, clique aqui.
Fonte/Veículo: Valor Econômico
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