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Desde agosto, a nova gasolina com 30% de etanol na mistura, a chamada gasolina E30, começou a ser distribuída em vários postos do Brasil. A implementação tem sido comemorada, uma vez que se trata de um produto com um aumento de 3% do derivado de cana-de-açúcar na fórmula. Como resultado, a octanagem, ou seja, a medida da resistência do produto, aumenta.

Diante do fato de que o combustível passou a deteriorar-se de forma mais lenta dentro da câmara de combustão, o motor ganhou um melhor funcionamento. Para os donos de veículos flex, a mudança de curso foi ainda mais aclamada, tendo em vista que o gerenciamento eletrônico ajusta automaticamente a ignição e a taxa de compressão de acordo com o material detectado.

Segundo os especialistas, a atualização na octanagem da gasolina fará com que o preço seja elevado nos postos por todo o Brasil. Em resumo, com a nova mistura de 30% de etanol, que tem poder calorífico menor que o da gasolina tradicional, a tendência é que a autonomia geral de todos os carros do país tenha leve redução.

Como um todo, os motores modernos, especialmente os turbinados e de alta compressão, passam a conseguir trabalhar com o ponto de ignição mais adiantado. Por consequência, o veículo entregará mais potência e torque de forma mais eficiente. Em contrapartida, motores modernos conseguem identificar a nova fórmula e ajustar o desempenho sem necessidade de qualquer intervenção do motorista.

Gasolina vai aumentar em 2026

Apesar de o final de ano representar uma época de comemoração por parte da grande maioria dos brasileiros, é necessário ligar o sinal de alerta, especialmente quem é motorista. Isso porque a gasolina e o diesel vão ficar, respectivamente, R$ 0,10 e R$ 0,05 mais caros no Brasil a partir do dia 1º de janeiro de 2026.

A motivação por detrás da variação está nos reajustes nos valores cobrados do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no preço dos combustíveis, autorizado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Em suma, a entidade aprovou uma atualização das cobranças do imposto que incidem sobre os combustíveis, gás de cozinha e Gás Natural Liquefeito (GNL).

Fonte/Veículo: Correio do Estado

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