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O petróleo fechou a sessão desta quinta-feira (27) com leve alta, em meio a notícias de que a Opep+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados) deve manter a produção da commodity estável no primeiro trimestre de 2026.

O mercado acompanhou também novidades no acordo que pode encerrar a guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

O petróleo WTI para janeiro avançou 0,77% (US$ 0,45), a US$ 59,10 o barril, negociado no pregão eletrônico da Nymex (New York Mercantile Exchange). Já o Brent para fevereiro, negociado na ICE (Intercontinental Exchange de Londres), fechou em alta de 0,61% (US$ 0,38), a US$ 62,92 o barril.

Em dia de liquidez reduzida por causa do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, os preços da commodity registraram pouca variação, ganhando força na reta final da sessão.

A movimentação acontecia enquanto o mercado assimilava notícias da imprensa internacional de que a Opep+, em reunião no próximo domingo (30), não deve alterar a política de produção da commodity no começo de 2026. A medida acontece em meio a temores de sobreoferta do petróleo.

Enquanto isso, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse estar pronto para receber oficiais dos Estados Unidos e discutir o acordo de paz com a Ucrânia, mas destacou que não há uma versão "final" do plano.

Para o analista da XS.com Antonio Di Giacomo, a estabilização dos preços de petróleo é temporária, com perspectiva de baixa no curto a médio prazo devido a "estoques elevados nos EUA, sinais de excesso de oferta, produção estável da Opep+ e progresso diplomático entre a Rússia e a Ucrânia".

No noticiário corporativo, o investidor bilionário e coproprietário do Los Angeles Dodgers, Todd Boehly, fez uma oferta para comprar os ativos internacionais da Lukoil, empresa russa de energia afetada por sanções dos Estados Unidos.

*Com informações de Dow Jones Newswires

(Estadão Conteúdo)

Fonte/Veículo: CNN

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