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Apesar da alta do diesel no mercado interno, o preço médio do combustível nas refinarias da Petrobras continua bem abaixo do praticado no mercado internacional, segundo dados da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).

No fechamento de terça-feira, 3, o diesel registrava defasagem de 13% nas unidades da estatal, mantendo as janelas de importação fechadas, e abrindo espaço para uma alta de R$ 0,43/litro.

O último reajuste do diesel pela Petrobras, empresa responsável por 80% do mercado de refino brasileiro, foi em maio deste ano, uma queda de R$ 0,16/l.

Já a gasolina está com o preço próximo à paridade de importação (PPI), viabilizando importações, custando 1% a mais nas refinarias brasileiras do que no Golfo do México, região usada como parâmetro pelos importadores. O último reajuste do combustível foi em junho deste ano, também uma redução, de R$ 0,17/l.

A Acelen, controladora da Refinaria de Mataripe, na Bahia, única refinaria privada relevante do País, manteve o preço estável dos combustíveis na semana passada. A defasagem do diesel na unidade baiana foi de 6% no fechamento do mercado de petróleo de terça-feira, e da gasolina estava em 3%, segundo a Abicom.

Fonte/Veículo: O Estado de São Paulo

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