Autoridades comemoram megaoperação contra o crime organizado no Ercom 2025
Ontem (28), as autoridades participantes da cerimônia de abertura do XII Enc [...]
A suspeita de que o crime organizado esteja interferindo nos preços dos combustíveis em João Pessoa ganhou destaque durante audiência pública realizada nesta sexta-feira (22) na Câmara Municipal. O encontro reuniu representantes da cadeia de distribuição, donos de postos, Ministério Público da Paraíba (MPPB) e os Procons municipal e estadual, e serviu como preparação para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o tema.
O presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), James Torp, afirmou que irregularidades e ações de organizações criminosas têm criado distorções artificiais no mercado.
eldquo;Existe presença do crime organizado, e isso influencia no preço. Pessoas compram combustível sem tributo. Um posto tem, em média, de 70 a 80 centavos de margem bruta, R$ 1 no máximo. Mas, através de irregularidades, há vantagens de até R$ 2. Isso cria preços artificiais e instabilidade para o consumidorerdquo;, destacou.
A fala gerou reação do secretário do Procon-JP, Júnior Pires, que cobrou mais clareza sobre os responsáveis.
eldquo;Nós temos 115 postos que atuam em João Pessoa. Eu, como órgão fiscalizador, sei quem são os 115 proprietários. Se eu sei, a federação também sabe. Por isso, é importante dar nome aos bois e apontar quais postos têm relação com o crime organizado. A partir daí, não mais o Procon, mas os órgãos de segurança pública poderão investigar e punir os envolvidoserdquo;, disse em entrevista ao programa Correio Debate.
Após a publicação feita pelo Portal Correio, a Fecombustiveis emitiu uma nota de esclarecimento e disse apenas que o presidente da entidade eldquo;apenas comentou que o crime organizado existeerdquo;. Veja abaixo:
James Thorp Neto destacou que a grande maioria dos empresários que compõe o setor de combustíveis da Paraíba é formada por revendedores idôneos. Em nenhum momento ele comentou que o crime organizado estaria influenciando os preços dos combustíveis em João Pessoa.
Ele apenas comentou que o crime organizado existe, relacionando o comentário do participante anterior Carlo Faccio, diretor do Instituto Combustível Legal. Thorp chamou a atenção dos Procons e vereadores para o combate às irregularidades do setor por meio de parcerias entre os órgãos públicos e a ANP, pois esta é uma bandeira da Fecombustíveis em todo o país.
Ele citou, de forma geral, que a sonegação de impostos cria preços artificiais. James Thorp disse: eldquo;Tão importante quanto o preço é o combate às irregularidades, pois elas influenciam os custos, criando preços artificiaiserdquo;.
Fonte/Veículo: Portal Correio
Ontem (28), as autoridades participantes da cerimônia de abertura do XII Enc [...]
A BRASILCOM, em seu papel de defensora da manutenção de um ambiente concorrencial competitivo, sa [...]
A BRASILCOM, em seu papel de defensora da manutenção de um ambiente concorrencial competitivo, sa [...]