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O plenário do Senado sabatinou e aprovou nesta terça-feira, 19, 24 indicações a postos de argências reguladoras e conselhos nacionais.

Os nomes aprovados são para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), de Energia Elétrica (Aneel), de Telecomunicações (Anatel), de Aviação Civil (Anac), de Saúde Suplementar (ANS), de Vigilância Sanitária (Anvisa), de Águas e Saneamento (ANA), além de indicações ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e à Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

Agora, caberá ao governo oficializar a nomeação no Diário Oficial da União.

Um dos aprovados é advogado e ex-deputado federal Wadih Damous, indicado como diretor-presidente da ANS, responsável por fiscalizar planos de saúde. Num dos placares mais apertados da noite, Damous recebeu 38 votos favoráveis, 20 contrários e duas abstenções.

A votação mais apertada foi de Antonio Mathias Moreira para diretoria da Anac. Ele recebeu 28 votos favoráveis e 23 contrários.

A seguir, a lista de nomes aprovados nesta terça, os cargos e o número de votos obtidos:

Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)

  • Wadih Nemer Damous (diretor-presidente) - 38 votos favoráveis, 20 contrários e duas abstenções

Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)

  • Artur Watt Neto (diretor-geral) - 47 votos favoráveis e um contrário
  • Pietro Adamo Mendes (diretor) - 46 favoráveis e um contra

Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)

  • Willamy Moreira Frota (diretor) - 44 favoráveis e três contra
  • Gentil Nogueira (diretor) - 45 favoráveis e dois contra

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

  • Leandro Pinheiro Safatle (diretor-presidente) - 54 votos favoráveis e dois contrários
  • Daniela Marreco Cerqueira (diretora) - 59 votos favoráveis e uma abstenção
  • Thiago Lopes Cardoso Campos (diretor) - 49 votos favoráveis e cinco contrários

Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)

  • Tiago Chagas Faierstein (diretor-presidente) - 48 votos favoráveis e dois contrários
  • Rui Chagas Mesquita (diretor) - 46 votos favoráveis, três contrários e uma abstenção
  • Antonio Mathias Nogueira Moreira (diretor) - 28 votos favoráveis a 23

Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)

  • Edson Victor Eugenio de Holanda (membro do Conselho Diretor) - 43 votos favoráveis e cinco contrários
  • Octavio Penna Pieranti (membro do Conselho Diretor) - 42 votos favoráveis e três contrários

Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)

  • Larissa Oliveira Rêgo (diretora) - 54 votos favoráveis
  • Cristiane Collet Battiston (diretora) - 56 votos favoráveis e uma abstenção
  • Leonardo Góes Silva (diretor) - 48 votos favoráveis, dois contrários e uma abstenção

Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)

  • Lorena Giuberti Coutinho (Conselho Diretor) - 57 favoráveis e quatro contra.

Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

  • Carlos Vinícius Alves Ribeiro (membro na vaga do Ministério Público Estadual) - 60 votos favoráveis e três contrários
  • Silvio Roberto Oliveira de Amorim Junior (membro na vaga do Ministério Público da União) - 59 votos favoráveis e três contrários

Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)

  • Karen Luise Vilanova Batista de Souza (membro na vaga do STF) - 58 votos favoráveis e 3 contrários
  • José de Lima Ramos Pereira (membro) - 55 votos favoráveis e três contrários
  • Fernando da Silva Comin (membro na vaga destinada ao Ministério Público dos Estados) - 52 votos favoráveis, dois contrários e duas abstenções
  • Alexandre Magno Benites de Lacerda (membro na vaga destinada ao Ministério Público dos Estados) - 53 votos favoráveis, dois contrários e uma abstenção
  • Clementino Augusto Ruffeil Rodrigues (membro na vaga destinada ao Ministério Público Militar) - 52 votos favoráveis, três contrários e uma abstenção

Desde o ano passado os nomes estão sendo articulados e, como resultado das negociações prévias, houve rápido despacho na Comissão de Infraestrutura, sem questionamentos prolongados.

A edição mais intensa foi o prazo de renúncia dos indicados às agências reguladoras que atualmente estão ocupando cargos em empresas e entidades eventualmente reguladas pelos órgãos. O acordo fechado permite que a desincompatibilização seja efetivada após aprovação em plenário.

Fonte/Veículo: O Estado de São Paulo

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