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As vendas no varejo brasileiro encerraram o segundo trimestre com queda em junho, sendo o terceiro mês seguido de recuo. As vendas tiveram redução de 0,1% na comparação com o mês anterior, ficando abaixo da expectativa feita em pesquisa da Reuters, que esperava avanço de 0,7%.
O resultado divulgado nesta quarta-feira (13) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostrou ainda que, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve alta de 0,3% nas vendas. Com isso, o segundo trimestre registrou alta de 0,1% sobre os três meses anteriores, desacelerando ante os ganhos de 0,7% no primeiro trimestre.
A expectativa entre analistas é de desaceleração gradual no ritmo do comércio ao longo do ano sob o impacto do aperto monetário realizado pelo Banco Central, que começa a aparecer de forma mais clara e afeta o crédito. A taxa básica de juros está atualmente em 15% e o BC já indicou que ela seguirá em patamar elevado por tempo prolongado.
"O que ainda há de positivo para o comércio é o crescimento e melhora do mercado de trabalho com mais ocupação, mais renda e avanço da massa salarial. Isso ajuda no poder de compra", avaliou Cristiano Santos, gerente da pesquisa no IBGE.
Entre as oito atividades na pesquisa do IBGE sobre o varejo, cinco apresentaram perdas: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,7%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,5%); Móveis e eletrodomésticos (-1,2%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-0,9%); e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,5%).
Já três setores tiveram resultados positivos em junho: Outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,0%), Tecidos, vestuário e calçados (0,5%) e Combustíveis e lubrificantes (0,3%).
(Reuters)
Fonte/Veículo: Folha de São Paulo
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