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O Pix é um meio de pagamento rápido e fácil, que cresceu vertiginosamente no Brasil, mas poderia ter uma aceitação ainda maior. A indústria de cartões está defendendo que o usuário possa usar o plástico para fazer um Pix. Ou seja, você passa o cartão, mas a compra é debitada da sua conta, como no Pix normal, e não vai para a fatura mensal do cartão.

Essa solução ajudaria no caso de locais e pessoas com dificuldade de acesso à internet, ou mesmo facilitaria o pagamento de quem não tem um celular com tecnologia NFC para usar o Pix por aproximação.

Ricardo de Barros Vieira, vice-presidente executivo da Abecs, defendeu hoje na abertura do Congresso de Meios de Pagamento (Cmep) justamente essa interoperabilidade do Pix com arranjos de pagamentos privados autorizados pelo Banco Central.

Segundo ele, basta a concordância e a regulação do BC para que o Pix, seja interoperável. Ou seja, que ele se comunique foO Pix é um meio de pagamento rápido e fácil, que cresceu vertiginosamente no Brasil, mas poderia ter uma aceitação ainda maior. Para ler esta notícia, clique aqui.

Fonte/Veículo: Valor Econômico

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