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Cúpula do Clima acabou em tom de frustração: modelo da COP fracassou?

O documento final da Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP-29), em Baku, no Azerbaijão, foi recebido com frustração por especialistas e parte das autoridades. O objetivo principal da reunião deste ano - definir um fundo de financiamento para ações de combate e resiliência à crise climática - trouxe uma meta menor do que 1/5 do montante calculado como necessário. O montante a ser repassado pelos países ricos aos emergentes ou pobres deve ser, no mínimo, de US$ 300 bilhões (cerca de R$1,74 trilhão) até 2035. Estudos, porém, calculavam a necessidade de ao menos US$ 1,3 trilhão (R$ 7,5 trilhões). A negociação incluiu um cabo-de-guerra tenso entre as nações ricas e as demais, o que fez representantes de ilhas e outras regiões vulneráveis deixarem a sala de negociação. Antonio Guterres, secretário-geral da ONU, admitiu que esperava eldquo;resultado mais ambiciosoerdquo;. Para especialistas, isso reflete o cenário geopolítico tenso e expõe a insuficiência da ONU para mediar conflitos. Reforça o alerta que o modelo de consenso multilateral para decisões não vai acelerar significativamente a luta contra a crise climática - ao menos em curto prazo. E eleva a pressão sobre a conferência de 2025, em Belém. A ativista climática sueca Greta Thunberg classificou o acordo da COP de eldquo;completo desastreerdquo; e eldquo;sentença de morteerdquo; - três anos antes, ela havia chamado a cúpula de eldquo;blá-blá-bláerdquo;. Outra sombra para os próximos anos é a eleição de Donald Trump, que no primeiro mandato (2017-2021) tirou os Estados Unidos do Acordo de Paris, pacto climático global assinado em 2015. Mesmo assim, os fóruns da organização são vistos como a principal alternativa para tentar soluções de alcance amplo. Em outras crises, como a do buraco na camada de ozônio, o esforço global teve êxito. Para Eduardo Viola, especialista de Relações Internacionais, o cenário mudou na última década. eldquo;Saímos da pós-guerra fria e entramos na segunda guerra fria (entre Estados Unidos e China). Intensificou-se o conflito entres as grandes potências - incluídas duas guerras no centro do sistema (Israel contra Hamas, Hezbolah e Irã e o conflito na Ucrânia) - e diminuiu a cooperação. O multilateralismo está em crise profundaerdquo;, diz. eldquo;Não vejo como isso poderia melhorar sem forte redução do nível de rivalidade geopolítica atual e isso transcende totalmente a dinâmica das COPserdquo;, acrescenta ele, professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Fundação Getulio Vargas (FGV). eldquo;Estamos em uma encruzilhada, porque o processo multilateral climático é um desastre, mas é a única coisa que nos separa hoje do aquecimento global de 3°C ou mais (na comparação ao nível pré-Revolução Industrial, em meados do século 19)erdquo;, diz Claudio Angelo, coordenador de política internacional do Observatório do Clima. O Acordo de Paris prevê limitar o aquecimento a 1,5ºC O modelo de decisão por consenso, adotado nos fóruns internacionais climáticos, é considerado ultrapassado. Mas isso só poderia ser resolvido com uma reforma completa da ONU, o que não é tarefa fácil - ou sequer possível, na opinião de Shigueo Watanabe Jr, pesquisador do Instituto Climainfo. eldquo;A ONU não pode invadir a soberania dos países. Não tem como obrigar países a cumprirem aquilo que eles mesmos prometeram. Tudo repousa na boa vontade ou vergonha dos países. Não acho que isso possa ser reformuladoerdquo;, afirma ele. Qual o caminho viável? eldquo;O sistema está muito complicado pela questão da falta de governança. Países mais ricos, como os da Europa e os Estados Unidos, dominaram completamente a agenda, impedindo que basicamente 95% dos países tivessem vozerdquo;, critica Paulo Artaxo, professor da USP que integrou o IPCC, grupo da ONU que reúne cientistas que estudam o aquecimento global. Segundo ele, tanto o conselho de segurança quanto outros órgãos da ONU precisam passar por revisão. eldquo;É uma bandeira importante porque já tivemos 29 COPs, 29 anos sem qualquer progresso efetivo. Isso vai continuar até a COP 50, 60, até quando todos nós estivermos fritos.erdquo; Climatologista e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da USP, Carlos Nobre assinou uma carta do Clube de Roma, grupo de especialistas no debate climático que pediu mudança nos critérios de escolha das sedes durante esta COP. O ex-secretário-geral da da ONU Ban Ki-Moon também estava entre os signatários. eldquo;Três COPs seguidas em países interessados nos combustíveis fósseis - Egito, Emirados Árabes e agora Azerbaijão - não foi boa ideia. As Nações Unidas certamente não deveriam ter aprovado três COPs em países que defendem transição energética muito lentaerdquo;, destaca Nobre. Efeito Trump Para seu novo período na Casa Branca, Trump escolheu como secretário de Energia Chris Wright, um defensor dos combustíveis fósseis. Sem experiência na administração pública, ele é diretor executivo da Liberty Energy, empresa de fraturamento hidráulico do Colorado. Em um vídeo publicado no LinkedIn no ano passado, Wright chegou a dizer que eldquo;não existe crise climática, e também não estamos no meio de uma transição energéticaerdquo;. Nos últimos dias de campanha, Trump afirmou que vai aumentar, em vez de diminuir, a produção de combustíveis fósseis. Especialistas apontam, porém, que isso não significa ausência dos americanos na luta contra o aquecimento global. Isso porque vários governos locais tendem a manter seus esforços de adaptação e as empresas não vão recuar totalmente em seus investimentos para a transição energética. eldquo;Temos de aproveitar que Trump vai retirar os Estados Unidos do Acordo de Paris para desenhar um jeito, dentro da convenção, de tocar essa agenda sem contar com eles. Se ficar esperando pelos Estados Unidos, não conseguirá resolver nuncaerdquo;, diz Angelo, do Observatório do Clima. Quem paga a conta? Um dos principais pontos de desgaste neste ano foi a insistência dos países desenvolvidos de incluir mais nações na obrigação de financiar a adaptação climática das nações vulneráveis. O argumento é de que o mundo havia mudado desde os anos 1990, o que jogaria mais responsabilidade para países como a China, por exemplo, entre os maiores poluidores globais. eldquo;Novos ricos - China, a Arábia Saudita etc - se negam a contribuir, apoiados por Brasil, um país de renda média alta, entre outros. O quadro tende a piorar nos próximos anos com o governo Trump e o aumento dos gastos militares em todo o mundoerdquo;, aponta Viola. Além disso, o fato de terem chegado a um acordo sobre as cifras não garante o cumprimento. Na Cúpula de Copenhague, em 2009, as nações ricas fixaram a meta de US$ 100 bilhões, mas os emergentes se queixaram de que o compromisso não foi cumprido. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi um das principais vozes a cobrar esses recursos nas duas últimas conferências climáticas e em outros eventos da ONU. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) diz que esse montante foi alcançado em 2022, mas o método de cálculo é contestado. Dentre os aspectos questionados, estão o tipo de recurso (parte dos países entende que não poderia incluir na conta empréstimos a juros altos) e a sua destinação. eldquo;Foram colocadas na mesa alternativas de financiamento - por países, bancos multilaterais. Mas vale lembrar que nos países pobres, o risco de inadimplência é alto e, portanto, os juros exigidos nessas operações também são altos. Até 4 vezes mais altos do que praticado num país ricoerdquo;, afirma Watanabe Jr. eldquo;Ou seja, o país pobre que usar bem esses recursos estará, no final, enriquecendo ainda mais os ricos. Não me parece que se possa chamar isso de elsquo;justiça.erdquo;

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Petrobras (PETR4) reafirma que busca parcerias para ingressar no segmento de etanol

A Petrobras (PETR3, PETR4) reafirmou, em meio a notícias veiculadas pela mídia, que buscará ingressar no segmento de etanol preferencialmente por meio de parcerias estratégicas minoritárias ou com controle compartilhado, em colaboração com players relevantes do setor. Com a inclusão desse segmento no Plano Estratégico 2050 e no Plano de Negócios 2025-2029, serão analisadas possibilidades de negócios e prospectados potenciais parceiros, afirmou a petroleira. Após essas etapas preliminares, a efetiva entrada da estatal nos negócios de etanol estará sujeita à dinâmica das negociações com os potenciais parceiros, à evolução do mercado brasileiro e aos procedimentos e aprovações corporativas aplicáveis aos investimentos da Petrobras, explicou a companhia.

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Citi diz que "não entende" estratégia da Petrobras relacionada a etanol

Apesar do potencial aumento na demanda por etanol, especialmente pelo seu uso na produção de combustível sustentável para aviação (SAF) e a maior mistura na gasolina C, a decisão da Petrobras de reinvestir no setor levanta questionamentos, na avaliação do Citi. eldquo;Não entendemos o investimento da Petrobras no setor novamente, considerando que o foco da empresa é o upstream (água profunda e pré-sal) e as características de retorno baixo do setorerdquo;, afirmam os analistas Gabriel Barra, Pedro Gama e André Cardona, em relatório do Citi. Conforme o novo plano estratégico detalhado na sexta-feira, 22, a Petrobras estuda desembolsar US$ 2,2 bilhões em investimentos relacionados à produção de etanol. O objetivo é aumentar a sua presença na cadeia de valor de baixo carbono e expandir suas operações em bioprodutos. Para isso, a empresa busca entrar no segmento de biocombustíveis, preferencialmente por meio de parcerias minoritárias de controle compartilhado com companhias relevantes da indústria. Mais cedo, fontes com conhecimento do assunto disseram à Reuters, que a Petrobras mantém conversas com Raízen, Inpasa Agroindustrial e BP para retornar à produção de etanol. A estratégia da Petrobras é uma tentativa de diversificar as suas operações e investir em fontes de energia mais sustentáveis, alinhando-se com as tendências globais de transição energética e redução de emissões de carbono, destaca o Citi. O Citi tem recomendação neutra para Petrobras, com preço-alvo de US$ 15 para a ADR (recibo que permite que investidores consigam comprar nos EUA ações de empresas não americanas), um potencial de valorização de 0,7% em relação ao fechamento de sexta-feira.

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Petróleo cai mais de US$2 com possível acordo de paz no Oriente Médio

Os preços do petróleo caíram mais 2 dólares nesta segunda-feira, após vários relatos de que Israel e o Líbano haviam concordado com os termos de um acordo para pôr fim ao conflito entre Israel e Hezbollah, citando autoridades dos EUA não identificadas. Os futuros do Brent fecharam a 73,01 dólares o barril, queda de 2,16 dólares, ou 2,87%. O petróleo West Texas Intermediate encerrou a 68,94 dólares o barril, baixa de 2,30 dólares ou 3,23%. Israel afirmou na segunda-feira que está se movendo em direção a um cessar-fogo na guerra com o Hezbollah, mas ainda há questões a serem abordadas, enquanto as autoridades libanesas expressaram um otimismo cauteloso, mas disseram que o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu não era confiável. eldquo;Parece que a notícia de um cessar-fogo entre Israel e o Líbano está por trás da queda de preços, embora nenhum fornecimento tenha sido interrompido devido ao conflito entre os dois países e o prêmio de risco do petróleo já estivesse baixo antes da última queda de preçoserdquo;, disse Giovanni Staunovo, do UBS. Os mercados de petróleo estão sendo empurrados para cima e para baixo com o aumento ou a queda dos temores de interrupção do fornecimento, disse Phil Flynn, analista sênior do Price Futures Group, em uma nota na segunda-feira. eldquo;Um relatório de que o primeiro-ministro de Israel, Netanyahu, aprova o acordo de cessar-fogo no Líbano em princípio pode ser um catalisador de baixa, mas precisamos ver mais detalhes assim que estiverem disponíveis. Na semana passada, o mundo ficou atônito quando a Rússia lançou mísseis supersônicoserdquo; contra a Ucrânia, escreveu Flynn em seu Energy Report. Na semana passada, os contratos do Brent e do WTI dos EUA registraram seus maiores ganhos semanais desde o final de setembro, atingindo seus níveis mais altos de liquidação desde 7 de novembro, depois que a Rússia disparou um míssil hipersônico contra a Ucrânia, em uma advertência aos Estados Unidos e ao Reino Unido após os ataques de Kiev contra a Rússia usando armas americanas e britânicas. (Reuters)

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Totvs, Constellation e outros quatro interessados fazem propostas pela Linx

A venda da Linx, empresa de softwares da Stone, atraiu seis propostas, na fase de ofertas não vinculantes, de empresas de tecnologia e fundos, de acordo com fontes. Nomes como a Totvs e a canadense Constellation estão entre os que entregaram propostas. Com as propostas em mãos, a Stone deve engajar negociações mais próximas com alguns destes seis interessados, segundo as fontes. Na fase anterior, a Linx chegou a ser avaliada por 20 interessados, mas como se viu, nem todos resolveram fazer propostas não vinculantes. A expectativa é que o martelo final da venda possa ser batido no começo de 2025. Como a venda está sendo feita por razões estratégicas e não por necessidade de caixa, não há pressa no processo, de acordo com interlocutores. Venda para a Totvs pode ter empecilho A Stone teria interesse em manter o contrato de distribuição de produtos nos canais da Linx, o que a princípio seria um fator que dificultaria a venda para a Totvs, que tem uma parceria estratégica (joint venture) com o Itaú. A Totvs já esteve muito próxima de comprar a Linx no passado, mas perdeu a disputa para a oferta feita pela Stone em 2020, de R$ 6,7 bilhões. Agora, na venda, a Stone tem dito na Faria Lima que segue com interesse de vender a Linx por um valor próximo ao que pagou pela empresa lá atrás, mas participantes do mercado dizem que será difícil conseguir algo nesse patamar e falam que o mais realista é algo próximo à metade desse valor. Cenário agora é diferente Em 2020, os juros eram zero no mundo e havia liquidez abundante, agora a situação é bem diferente, comenta o diretor de um banco. No processo, de acordo com fontes, a Stone tem dito aos interessados que a Linx é um ativo único na América Latina e pode ser um consolidador do mercado de tecnologia na região, se transformando em uma plataforma de fusões e aquisições. A venda da Linx está sendo tocada por JPMorgan e Morgan Stanley. Procurada, a Stone disse que não comenta rumores de mercado. A Totvs não se pronunciou e a Constellation não retornou o pedido de comentário.

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Petrobras quer 'ser grande' em etanol e adia eólicas offshore

O horizonte de um menor consumo de gasolina no longo prazo fez a Petrobras decidir pela volta à produção de etanol, setor com o qual a empresa flertou por algum tempo, mas do qual saiu totalmente ao mesmo tempo que cresciam os investimentos no pré-sal. De acordo com o diretor de Sustentabilidade e Transição Energética da estatal, Mauricio Tolmasquim, a Petrobras eldquo;quer ser grandeerdquo; no biocombustível, podendo chegar a produzir 2 bilhões de litros por ano, enquanto os projetos de eólicas offshore (em altomar), para produzir energia elétrica, foram adiados, devido à falta de um marco para o setor, explicou o diretor. Já a presidente da estatal, Magda Chambriard, afirmou que a decisão de voltar ao setor segue a busca da diversificação de fontes, e que o etanol está no DNA da empresa. eldquo;Ressalto que é aí (etanol) onde está o DNA importante para nós, onde já temos infraestrutura instalada. Antes estávamos falando mais só no elétron (energia elétrica). Já temos tancagem, estrutura instalada para lidar com a molécula (do etanol). Estamos voltando para o etanolerdquo;, disse Magda, que com Tolmasquim e a diretoria da empresa participou ontem de eventos na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) para divulgar o seu Plano Estratégico 2025-2029. SAF. Ainda segundo Magda, a eldquo;Ressalto que é aí (etanol) onde está o DNA importante para nós, onde já temos infraestrutura. Antes estávamos falando mais só no elétron (energia elétrica). Já temos tancagem, estrutura instalada. Estamos voltando para o etanolerdquo; Magda Chambriard Presidente da Petrobras conclusão do plano estratégico foi que a empresa precisava reforçar investimento em molécula. eldquo;Não podemos ficar só no elétron. Diversificação de fontes é mandatório para nóserdquo;, continuou. A presidente da Petrobras lembrou que a estatal entrou na produção de etanol na década de 1970 e saiu eldquo;recentementeerdquo;. eldquo;Hoje o etanol é o principal competidor da gasolina em um País com frota flex. Além disso, o etanol funciona como um pontapé inicial para o SAF (combustível sustentável de aviação, na sigla em inglês) e outros combustíveis, como biogás.erdquo; Ainda em fase preliminar, as conversas com parceiros do setor vêm avançando, explicou Tolmasquim, que ainda não definiu a matéria-prima a ser perseguida. eldquo;Se for milho, será Centro-Oeste; se for cana-deaçúcar será São Pauloerdquo;, informou em entrevista coletiva, sem antecipar com quais parceiros está conversando. Pessoas que acompanham as negociações disseram ao Estadão/Broadcast que a ideia é deixar de fora as petroleiras que possuem esses ativos, como Shell/Cosan (Raízen) e BP. Em seu plano estratégico, a empresa reservou US$ 2,2 bilhões para investimentos em etanol. eldquo;Começamos a conversar com grandes produtores de etanol no País. Queremos começar grande, estamos olhando cana, mas também milhoerdquo;, afirmou, ressaltando que o etanol é eldquo;um investimento muito rentávelerdquo;, com retorno acima dos 10% previstos para o setor no plano da empresa. A Petrobras mantém conversas com a Inpasa Agroindustrial para retornar à produção de etanol, disseram pessoas com conhecimento do assunto. A empresa é a maior produtora de etanol de milho da América Latina, com unidades em Sinop (MT), Nova Mutum (MT) e Dourados (MS), além de atividades no Paraguai. INVESTIMENTO. O plano de negócios da Petrobras para 2025 a 2029 e o pagamento de R$ 20 bilhões em dividendos anunciados na quinta-feira são importantes para reduzir os riscos da tese de investimentos da estatal, avalia o UBS BB em relatório. Para os analistas Matheus Enfeldt, Tasso Vasconcellos e Victor Modanese, a Petrobras é uma das melhores opções no setor. Na visão do UBS, preocupações do mercado relacionadas à governança provavelmente continuarão gerando ruídos. No entanto, o histórico recente da empresa serve como garantia, com a manutenção da política de preços e alocação racional de capital, eles escreveram, em relatório. Ontem, as ações ON da estatal fecharam em alta de 5,23%, enquanto os papéis PN subiram 3,98%. A empresa recuperou em um dia R$ 23,4 bilhões em valor de mercado, alcançando R$ 541,5 bilhões. ebull;

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