Ano:
Mês:
article

Inpasa responde por quase 50% do etanol de milho produzido no Brasil

A Inpasa, maior produtora de etanol de milho do Brasil, registrou uma produção histórica em 2024, alcançando 3,7 bilhões de litros, o que representa aproximadamente 48% de todo o etanol de milho produzido no país. Esse desempenho reforça a liderança da empresa no setor e acompanha o crescimento expressivo da produção nacional. Em 2024, ano marcado pela expansão na oferta de etanol, a Inpasa conquistou o MasterCana Brasil eamp; Award, na categoria eldquo;Produção de Etanol endash; Performanceerdquo;. Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (UNICA), 2024 foi o ano de maior oferta de etanol da história do Brasil, com 36,83 bilhões de litros produzidos, um aumento de 4,4% em relação a 2023. Deste total, 7,7 bilhões de litros vieram do milho, registrando uma alta de 32,8% em comparação ao ano anterior. O Brasil segue consolidado como o segundo maior produtor mundial de etanol de milho, atrás apenas dos Estados Unidos. Inpasa: produção recorde e ampliação de coprodutos Além do crescimento expressivo na produção de etanol, a Inpasa também registrou 1,9 milhão de toneladas de DDGS (farelo proteico utilizado na nutrição animal) e cerca de 195 mil toneladas de óleo vegetal em 2024, consolidando sua presença no mercado de coprodutos agroindustriais. Biorrefinaria na Bahia recebe investimento de R$ 1,3 bilhão Para acompanhar a crescente demanda e expandir sua atuação, a Inpasa investe cerca de R$ 1,3 bilhão na construção de uma nova biorrefinaria em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. A unidade terá capacidade para processar 1 milhão de toneladas de grãos por ano, resultando na produção anual de 460 milhões de litros de etanol, 230 mil toneladas de DDGS, 23 mil toneladas de óleo vegetal e 200 GWh de energia elétrica. No lançamento da pedra fundamental da futura biorrefinaria, em outubro do ano passado, o vice-presidente da Inpasa, Rafael Ranzolin, disse que a nova unidade impulsionará a rotação de culturas e o cultivo de segunda safra de cereais, como sorgo e milho, que se adaptam bem ao clima local. eldquo;A chegada da indústria também poderá agregar valor aos resíduos do campo, como palha de milho, bagaço de cana ou caroço de algodão, utilizados como biomassa no processo de geração de vaporerdquo;, destacou Rafael Ranzolin, na ocasião Com esse novo investimento, a Inpasa reforça sua posição como líder no setor de etanol de milho, expandindo sua capacidade produtiva e consolidando seu compromisso com a bioenergia e a economia sustentável.

article

BR-101 se mantém como rodovia com maiores preços médios de combustíveis em janeiro, segundo Edenred

Segundo o mais recente Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, a BR-101 seguiu apresentando o maior preço médio para a gasolina, etanol e ambos os tipos de diesel durante o mês de janeiro. O levantamento é feito em comparação com a Régis Bittencourt, Presidente Dutra e Fernão Dias, que estão entre as principais rodovias brasileiras. Na BR-101, o diesel comum foi encontrado em média por R$ 6,30, e o S-10, por R$ 6,38. Já a gasolina foi comercializada a R$ 6,38, e o etanol a R$ 4,74. eldquo;Segundo a última análise do IPTL, referente a janeiro, a BR-101 registrou os preços médios de combustíveis mais caros entre as rodovias verificadas, o que pode ser explicado a partir de alguns fatores característicos da rodovia, como a maior distância dos grandes centros de refino e distribuiçãoerdquo;, analisa Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil. Entre as menores médias, o diesel mais barato foi identificado pelo IPTL na Fernão Dias: R$ 5,96 de preço médio para o tipo comum, e R$ 6,11 para o S-10. Já a gasolina mais barata foi registrada nas bombas de abastecimento da Presidente Dutra, a R$ 6,18. Os motoristas que passaram pela Régis Bittencourt durante janeiro encontraram o etanol com a média mais baixa, se comparado às demais rodovias, com valor de R$ 4,26 o litro. O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários. (Edenred Mobilidade)

article

Etanol/Cepea: Vendas de hidratado são as maiores desde nov/20

O mercado de etanol encerrou janeiro com preços firmes e vendas elevadas no estado de São Paulo, conforme apontam levantamentos do Cepea. Nas semanas cheias do mês, o Indicador CEPEA/ESALQ do hidratado teve média de R$ 2,7672/litro, alta de 5,1% na comparação com a de dez/24. Para o anidro (considerando-se somente o spot), o aumento foi de 5,53%, com o Indicador CEPEA/ESALQ a R$ 3,1397litro. Levantamento do Cepea mostra que o volume de etanol hidratado vendido somente no mercado spot pelas usinas paulistas em janeiro foi o maior desde novembro de 2020, ficando acima dos 427 milhões de litros. (Cepea)

article

Petróleo fecha sem direção única, com sinal divergente de oferta por medidas de Trump

Os contratos futuros do petróleo fecharam sem direção única nesta terça-feira, 4, diante de sinais divergentes para a oferta, considerando as ações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, junto a importantes países produtores da commodity, como México, Canadá e Irã. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para março fechou em queda de 0,63% (US$ 0,46), a US$ 72,70 o barril, enquanto o Brent para abril, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), avançou 0,32% (US$ 0,24), a US$ 76,20 o barril. Durante a sessão, o petróleo chegou a recuar mais de 3%, com o arrefecimento dos temores de uma guerra comercial dos Estados Unidos com os canadenses e mexicanos, que são os maiores fornecedores estrangeiros de petróleo bruto do país. No entanto, a Capital Economics relembra que, apesar da larga dependência norte-americana, a commodity não foi excluída das ameaça de Trump. Após negociações, o governo americano adiou, na segunda-feira, a aplicação de tarifas sobre importações vindas do México e do Canadá. A escalada tarifária com a China, que não foi solucionada, não gerava temores para o setor, já que, de acordo com o Commerzbank, as retaliações chinesas terão impacto limitado no mercado de petróleo. eldquo;Como a China obteve apenas 1,8% de suas importações de petróleo bruto dos EUA no ano passado, o impacto no mercado de petróleo deve ser limitadoerdquo;, afirma. A informação de que Trump deve assinar um memorando presidencial ainda nesta terça para restaurar sua política de eldquo;máxima pressãoerdquo; sobre o Irã fez com que o petróleo reduzisse as perdas durante a sessão. O país é considerado um dos principais produtores do óleo e, sanções contra ele, podem afetar o estoque global do óleo. *Com informações da Dow Jones Newswires (Estadão Conteúdo)

article

Petrobras está olhando seriamente para etanol e biocombustíveis, diz CEO

A Petrobras (PETR4) está olhando muito seriamente para biocombustíveis e etanol, afirmou a presidente da petroleira, Magda Chambriard, durante evento no Rio de Janeiro, reforçando indicação do plano de investimento da companhia. eldquo;Etanol será uma realidade, biodiesel será uma realidade,erdquo; disse Chambriard. A Petrobras planeja investimentos de cerca de 2,2 bilhões de dólares em um conjunto de destilarias de etanol, marcando sua reentrada no segmento do biocombustível, segundo apresentação feita no final do ano passado. Ela disse ainda que eldquo;muitoerdquo; vai acontecer na área de refino e transição energética na empresa em 2025. (Reuters)

article

Revista Combustíveis & Conveniência apresenta os destaques do setor para 2025

A nova edição da revista Combustíveis eamp; Conveniência aborda os principais acontecimentos do início deste ano, os temas que deverão nortear o setor ao longo desse ano e a retrospectiva dos principais fatos de 2024. Outro destaque é a reportagem sobre os postos bandeira branca, também chamados de marca própria, que foram associados às operações com o crime organizado no ano passado. Mostramos a realidade dos fatos sobre como funcionam, a regulamentação dos postos marca própria no país e a sua importância para manter o equilíbrio competitivo num segmento composto por 45 mil postos. Trazemos também uma reportagem sobre as condições precárias dos trabalhadores da obra da fábrica da BYD, encontrados em situação de trabalho análogo à escravidão pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Ministério Público do Trabalho (MPT). A reportagem da seção Conveniência mostra as tendências do negócio para este ano, com destaque às novas tecnologias, experiência do consumidor e food service. Confira também as perspectivas para a economia nacional na Entrevista do mês, com Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos. Para ler a edição completa, clique aqui.

Como posso te ajudar?