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Petrobras reavalia possibilidade de vender o Polo Bahia, diz Magda

A Petrobras está reavaliando sua operação no Polo Bahia, que consiste em 28 blocos em terra, com produção de cerca de 9 mil barris por dia de petróleo - ou 12 mil barris de óleo equivalente, se incluído o gás natural. O Polo chegou a ter o processo de venda iniciado pelo governo de Jair Bolsonaro (PL), mas foi suspenso em setembro de 2023. De acordo com a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, a possibilidade de venda do ativo voltou à prancheta da estatal recentemente, quando o preço do barril do petróleo começou a cair. "A produção em terra envolve esforço grande, às vezes o campo é menor que um poço do pré-sal. Quando o óleo está a US$ 100 o barril faz sentido (produzir em terra), não a US$ 65 o barril. Vamos decidir se Polo Bahia fica com a gente, se terceiriza a operação ou se repassa o ativo", disse Magda após sair do Fórum Estratégico da Indústria Naval Brasil-China. A executiva, ressaltou, porém, que apesar de ser em terra, o campo de Urucu, na Amazônia, ainda não está sendo avaliado. "O óleo de Urucu é o melhor óleo do Brasil, vamos pensar na Bahia e depois olhar Urucu", explicou a executiva.

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Petróleo fecha em queda, com possível retomada das negociações entre EUA-Irã

Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta quinta-feira (3), em meio a sinais de possível retomada das negociações nucleares entre EUA e Irã e expectativas para aumento da oferta dos principais países exportadores. O dólar forte também pressionou o óleo, após forte payroll de junho. A commodity acentuou recuo após informações de que altas autoridades do Irã e dos Estados Unidos planejam retomar negociações nucleares em breve, após o cessar-fogo entre o país persa e Israel. Investidores ainda seguem com expectativas de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) anuncie um novo grande aumento de oferta na reunião deste domingo. O forte avanço do dólar, especialmente após a divulgação do payroll de junho, também ajudou a pressionar o óleo. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para agosto fechou em queda de 0,67% (US$ 0,45), a US$ 67,00 o barril. Já o Brent para setembro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), recuou 0,45% (US$ 0,31), a US$ 68,80 o barril. Segundo o Axios, o enviado especial da Casa Branca para o Oriente Médio, Steve Witkoff, está planejando se encontrar com o ministro das Relações Exteriores do Irã, Seyed Abbas Araghchi, já na semana que vem em Oslo, Noruega. Pela manhã, o Departamento do Trabalho informou que os EUA criaram 147 mil empregos em junho, acima da expectativa do mercado, o que levou o dólar americano, que oscilava próximo da estabilidade antes do dado, a disparar ante rivais fortes. O Departamento do Tesouro dos EUA anunciou hoje novas sanções contra redes envolvidas no transporte e na compra de bilhões de dólares em petróleo iraniano, parte do qual teria beneficiado a Força Quds do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC-QF). Foram sancionados navios envolvidos na entrega secreta do produto, em uma tentativa de aumentar a pressão sobre a chamada eldquo;frota sombraerdquo; do Irã. Também no radar, Opep+ deve avaliar na reunião de domingo a possibilidade de estender os aumentos mensais de produção. Oito países-chave já aprovaram aumentos de 411 mil barris por dia nos últimos três meses e estariam dispostos a repetir o mesmo para agosto.

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Parcela de endividados sobe em junho mas inadimplência fica estável, diz CNC

Pelo quinto mês consecutivo, a fatia de endividados no país subiu, na ótica da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), cuja edição de junho foi divulgada nesta quinta-feira (3). Em contrapartida, os indicadores de inadimplência mostraram estabilidade, entre maio e junho, informou ainda a confederação. Para a organização, o maior ritmo de endividamento no período foi impulsionado por crescimento de tomada de dívidas de curto prazo endash; principalmente entre famílias de classe média. No estudo, a proporção de pessoas que admitiram dívidas avançou de 78,2% em maio para 78,4% em junho. A parcela, no entanto, mesmo com o aumento, ainda ficou inferior à de junho de 2024 (78,8%). Para ler esta notícia, clique aqui.

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Excesso de proteção desprotege trabalhador, diz Barroso

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luís Roberto Barroso, disse em entrevista ao C-Level, videocast semanal da Folha, que o mundo do trabalho mudou e que a ideia do empregado celetista talvez não seja mais a dominante. Para ele, o novo cenário emdash;com mais presença do empreendedorismo e de aplicativos como Uber e iFoodemdash; impôs novas realidades, como a terceirização. Ele defende que, em certos casos, é preciso pensar uma forma de proteção social diferente da tradicional. O ministro diz ainda que um excesso de direitos pode jogar contra o empregado, e que o STF fez bem ao chancelar a reforma trabalhista de 2017. "Não por acaso temos o menor índice de desemprego do país em 40 anos. Acho que algum grau de correlação é possível fazer." O Supremo enfrenta críticas pelo que seria o esvaziamento das prerrogativas da Justiça do Trabalho. Em abril, o ministro Gilmar Mendes suspendeu todos os processos relativos à pejotização, prática em geral tolerada pela Corte, e em fevereiro uma decisão do tribunal dificultou a responsabilização do setor público em reclamações trabalhistas de terceirizados. Em função dessas e outras decisões, tem sido cada vez mais comum que empresas pulem o circuito normal da Justiça trabalhista e busquem o STF diretamente, como mostrou recentemente a Folha. "Acho que, em certos casos, o excesso de proteção desprotege", afirmou o ministro durante a entrevista. "Acho, sim, que o entregador do iFood e o motorista de Uber têm que ter proteções sociais, mas um pouco diferentes da concepção tradicional. Temos que pensar fórmulas originais de proteção." No tema do IOF, Barroso defendeu que o ideal seria uma solução consensuada para o impasse que opõe Congresso ao governo Lula e acaba de chegar no STF. Ele defendeu que o reequilíbrio fiscal não fique na conta das classes sociais mais baixas. "A contribuição para o ajuste de contas tem que ser geral e não pode recair predominantemente sobre os mais pobres", disse o ministro, que manifestou apoio ao projeto de lei limitando os salários acima do teto constitucional endash;embora com uma modulação que defina quais benefícios são justos e quais devem ser cortados. O presidente do Supremo falou ainda em "epidemia de litigiosidade" ao tratar do pagamento dos precatórios, que deve ir a R$ 116 bilhões em 2026, e rejeitou qualquer contribuição do Judiciário ao aumento de concessões do BPC (Benefício de Prestação Continuada). Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social, responsável pela administração do benefício, afirmou que tanto a via administrativa quanto a judicial registraram aumento no número de requerimentos do BPC. A pasta também disse esperar um alinhamento maior dos critérios de concessão a partir de decisão recente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Que papel o Supremo Tribunal Federal terá na divergência entre o Congresso e o governo federal? Nessa questão do IOF, o Supremo vai conduzir um processo de conciliação? Essa é a questão de que eu menos posso falar, porque o processo acabou de ser distribuído a um relator, o ministro Alexandre de Moraes. Eu nem li a inicial, para falar a verdade. Mas acho que o Supremo vai decidir como decide tudo, interpretando e aplicando a Constituição da melhor forma possível. Se houver possibilidade de uma solução consensual, melhor ainda. Já que há jurisprudência em relação à ação, ao optar pela conciliação o tribunal não acaba tomando uma decisão política? O papel do Judiciário é resolver problema. E, portanto, se você puder resolver os problemas de maneira consensual e não litigiosa, é melhor do que fazer de uma forma em que um ganha e o outro perde. Há um equívoco no Brasil de achar que a solução amigável é pior do que a solução [litigiosa]. Antes, pelo contrário. De modo que, se for possível construir um resultado em que todos estejam de acordo, em que ninguém perca e ninguém ganhe é muito melhor. Não estou dizendo que vai ser feito assim, mas é desejável. Se não for possível, a gente decide. Cerca de 30% das concessões do BPC (Benefício de Prestação Continuada, pago a carentes que sejam idosos ou pessoas com deficiência) são determinadas pela Justiça. O Conselho Nacional de Justiça disciplinou um pouco as regras para concessão desses benefícios. O senhor acha que isso é suficiente para conter as despesas? Houve um crescimento muito relevante das concessões do BPC, mas é um equívoco imaginar que esse crescimento tenha decorrido do Judiciário. Houve um aumento da demanda por BPC em geral, tanto perante o Judiciário quanto perante à administração pública. E, portanto, eles continuam mais ou menos equiparados, até com um pouco mais de concessões pela administração pública. A verdade é que há uma crise fiscal no país e está todo mundo procurando identificar onde há excessos e onde há as coisas sobrando. Acho que tem que se preocupar com o BPC, tem que se preocupar com a Previdência, mas também tem que se preocupar com as desonerações e com a redução de gastos de uma maneira justa, numa sociedade democrática que tem a justiça social como um dos seus princípios. É preciso ter a percepção de que a contribuição para o ajuste de contas tem que ser geral e não pode recair predominantemente sobre os mais pobres, mas onde haja coisas erradas ou excessos. FolhaJus A newsletter sobre o mundo jurídico exclusiva para assinantes da Folha Carregando... Uma das autoridades que reclamou desse excesso de judicialização foi justamente o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, alertando para o impacto nas contas públicas. Geralmente quem traz a judicialização para o Supremo é o Executivo ou o Congresso. O Supremo não vai buscar essas demandas. O IOF foi judicializado pelo governo e muitas outras questões são judicializadas por partidos políticos. A percepção popular e equivocada é que o Supremo se mete em tudo. Na verdade, tem sempre algum ator institucional relevante que traz o Supremo para as discussões e pede para ele arbitrar essas demandas. E a gente decide as questões mais divisivas da sociedade brasileira. Estamos sempre desagradando a alguém. Hoje o Judiciário tem muito mais privilégios do que em 2023, quando o senhor assumiu a presidência do Supremo e o CNJ. Mesmo a trava que foi colocada pelo CNJ na questão dos penduricalhos é avaliada por especialistas como não efetiva. Tem mais gordura para ser cortada? O senhor é favorável ao projeto que limita os supersalários? Em primeiro lugar, não há nenhuma decisão minha que tenha contribuído para penduricalhos. A única decisão até hoje foi exatamente para cortar os penduricados para o futuro, porque para o passado eu não tenho competência para retirar, é só judicialmente. A única medida minha que em alguma medida repercutiu sobre qualquer área de direitos e vantagens foi dizer, repetindo o que está na Constituição, que juízes e membros do Ministério Público têm igualdade de situação. O Supremo Tribunal Federal e o Judiciário Federal devolvem dinheiro ao Tesouro no final do exercício. Portanto, na minha conta não entra. Nos estados é possível, sim, que tenham ocorrido aqui e ali abusos, de modo que o que eu fiz foi exigir que os benefícios não possam mais ser dados por decisão administrativa, só se [...] o Supremo, autorizar. O sr. é favorável ao projeto dos supersalários? Estou totalmente a favor de limitar o que se chama de indenizações para os juízes de uma maneira geral, que é o que a gente chama de extrateto, que está em discussão no Senado. Eu mesmo já falei com o presidente Alcolumbre que seria muito bom aprovar. Há extras [como adicional por substituição de colegas em férias] que são plenamente justificáveis e necessários, se não você tem um desfalque na prestação jurisdicional. De modo que eu sou a favor de o Congresso dizer quais verbas podem ultrapassar o teto legitimamente, e acabar com os penduricalhos que são dados indevidamente. Sou totalmente a favor dessa limitação. Em 2027 a reforma tributária entra em vigor. Algumas lideranças defendem que o Supremo seja provocado para afastar a insegurança jurídica e evitar décadas de litígio na área tributária. O que o sr. acha desse funcionamento? Nós estamos construindo, no Conselho Nacional de Justiça, um anteprojeto de lei. Tem uma comissão com representantes da advocacia, dos estados, dos municípios e do Congresso. E nós estamos tentando elaborar um anteprojeto para ser encaminhado ao Senado, possivelmente. O senador Rodrigo Pacheco é parceiro nesse debate para criar um tipo de jurisdição nacional online para impedir que tal como acontece com o ICMS, você tenha litígio sobre o ICMS em 27 estados da federação. E criar uma jurisdição única paritária de juízes estaduais e federais. O Supremo aprecia questões tributárias com impacto de R$ 1 trilhão, entre outras que afetam os cofres públicos. Um exemplo é o caso dos precatórios, em que há uma solução adequada até 2026, mas, a partir de 2027, a bomba-relógio volta a correr. Qual é a avaliação que o Supremo faz desses casos? É uma epidemia de litigiosidade. Nós temos temos 83,8 milhões de ações em curso. É um recorde mundial. Nenhum país paga no mundo 70, 80, 100 bilhões de precatórios. Esse é um fenômeno brasileiro. Eu fiz um grupo de trabalho para fazer o diagnóstico desse problema. Apuramos que a litigiosidade contra o poder público, União, estados e municípios, se concentra nas ações previdenciárias, nas ações movidas por servidores públicos, nas ações tributárias, nas ações de saúde e nas ações trabalhistas, que correspondem a 90%. Em relação à litigiosidade trabalhista, que também é um problema no Brasil, eu fiz uma resolução no Conselho Nacional de Justiça que prevê que, se, no momento da rescisão, empregado e empregador estiverem de acordo, cada um assistido pelo seu advogado, o termo de rescisão pode ser levado à homologação pela Justiça do Trabalho e, se for homologado, fica proibido o ajuizamento de reclamação trabalhista. Porque nós temos dois problemas nessa área, o empregador que não cumpriu o que tem que cumprir e uma indústria de reclamações. Portanto, nós estamos aqui protegendo os bons empregadores e acho que com isso a gente consegue reduzir a litigiosidade trabalhista. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, falou que a terceirização da forma como foi julgada e decidida no Supremo, ficou irmã gêmea do trabalho escravo. Além disso, tem havido um movimento do Supremo abrir espaço para que as empresas recorram diretamente à Corte para derrubar decisões trabalhistas desfavoráveis. A Justiça do Trabalho está perdendo espaço? Aquela ideia do trabalhador celetista, metalúrgico, empregado, que cumpre oito horas regularmente, já não é mais, talvez, a dominante no mercado de trabalho hoje, em que você tem pequenos empreendedores individuais, entregadores do iFood, motoristas de Uber. O mercado mudou e a terceirização se impôs como uma opção. De modo que, melhor do que ter uma terceirização que passasse abaixo do radar do direito e da legislação, nós estabelecemos a sua legitimidade, cumpridas determinadas regras. Eu mesmo fui o relator e acho que fizemos muito bem. Também acho que fizemos bem em validar a reforma trabalhista. São diferentes visões de mundo que a gente deve respeitar, mas, depois da validação da reforma trabalhista pelo Supremo, creio que não por acaso temos hoje o menor índice de desemprego no país nos últimos 40 anos. Não é desimportante esta estatística e acho que algum grau de correlação é possível fazer. Na minha visão, que é protetiva do emprego e do trabalhador, um pouco menos de proteção favoreceu a formalização do emprego e o incremento da empregabilidade. Outras pessoas, e eu respeito, têm uma visão ideológica de aumentar a proteção. Mas eu acho que, em certos casos, o excesso de proteção desprotege. Agora, acho, sim, que o entregador do iFood e o motorista de Uber têm que ter proteções sociais, mas um pouco diferentes da concepção tradicional. Nós temos que pensar fórmulas originais de proteção.

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Polícia Civil prende suspeito de ataque hacker que desviou quase R$ 1 bilhão

A Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira, 4, um suspeito pelo ataque hacker ao sistema da Ceamp;M Software que atende o Banco Central. Ele seria funcionário de uma empresa terceirizada do BC e deu acesso, por sua máquina, ao sistema sigiloso do banco aos hackers que efetuaram o ataque. O suspeito teria confirmado à polícia que entregou a senha de acesso para terceiros, que cometeram a fraude. Os serviços da companhia haviam sido suspensos pelo BC após um ataque hacker afetar suas infraestruturas e prejudicar pelo menos seis instituições financeiras. O ataque, um dos maiores já registrados no sistema financeiro do País, resultou em um desvio de ao menos R$ 800 milhões na última terça-feira, 1º. A Ceamp;M afirmou ter sido vítima de uma eldquo;ação criminosa externaerdquo;, originada a partir da violação do ambiente de um cliente, cujas credenciais de integração foram indevidamente utilizadas. eldquo;Não houve invasão direta aos sistemas da CMSW. Os sistemas críticos seguem íntegros e operacionaiserdquo;, diz a empresa. Segundo a prestadora de serviços, o ataque foi executado a partir de uma simulação fraudulenta de integração, em que um terceiro usou as credenciais legítimas de um cliente para acessar os serviços como se fosse uma instituição financeira autorizada. A Ceamp;M é uma multinacional que interliga algumas instituições financeiras ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), inclusive o Pix. Na quinta-feira, 3, a empresa obteve autorização do Banco Central para retomar parcialmente a prestação de serviços. A ação criminosa prejudicou pelo menos seis instituições financeiras, como a BMP, a Credsystem e o Banco Paulista. O BC, a Polícia Federal e a Polícia Civil de São Paulo investigam o crime. A lista oficial das instituições financeiras afetadas não foi divulgada pelo BC, mas o Estadão confirmou que entre elas estão a BMP e a Credsystem. O Banco Paulista também confirmou que foi uma das instituições afetadas pelo ataque. A BMP é uma instituição financeira autorizada e regulamentada pelo BC desde 2009, que atua com operações de crédito e na prestação de serviços financeiros. Já a Credsystem existe desde 1996 e oferece soluções financeiras para o varejo, com foco em classes econômicas emergentes.

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Reduc tem aval da ANP para novo combustível

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou durante o anúncio dos investimentos da estatal no Rio que a Refinaria Duque de Caxias (Reduc) concluiu teste de produção do primeiro combustível de aviação com conteúdo renovável (SAF) por coprocessamento, alcançando até 1,2% de óleo de milho na fabricação do QAV. A autorização da Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP) já foi emitida e a produção comercial do QAV na Reduc terá início nos próximos meses, com capacidade de até 50 mil m³/mês (10 mil bpd). A Reduc também já produz o diesel R5, com 5% de conteúdo renovável, e recebeu a autorização da ANP para iniciar os testes com o novo teor de 7% para produção do diesel R7. eldquo;Essas iniciativas reforçam o compromisso da Petrobras com a descarbonização de seus produtos e a transição energética justaerdquo;, justificou a presidente da estatal. Segundo ela, a atuação do complexo de Energia Boaventura em associação com a Braskem também é outro passo para dinamizar a atividade econômica no Rio. eldquo;Com a Braskem mais efetiva, estamos gerando um círculo virtuoso na região de Duque de Caxias e dando insumos para uma cadeia industrial que vem a seguir de nós.erdquo; Questionada sobre um possível ajuste nos preços dos combustíveis, Magda disse que a estatal continua acompanhando as tendências. eldquo;Não nos assombramos com variações bruscas ( no preço do petróleo). Está tudo dentro do esperado. Nada de ansiedade.erdquo; ebull;

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