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Conta de luz deve subir 6,3% em 2025, diz Aneel

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) elevou para 6,3% a projeção de reajuste médio das tarifas de energia elétrica em 2025, conforme atualização na segunda edição do boletim InfoTarifa publicada ontem. A projeção anterior era de 3,5%. Com isso, a energia deve ficar acima da inflação do ano. O orçamento aprovado para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) foi o principal motivo para a elevação. A CDE teve orçamento aprovado em R$ 8,6 bilhões maior do que o previsto. A diretoria da Aneel aprovou em julho a proposta de orçamento de 2025 da CDE em R$ 49,2 bilhões. Desse total, R$ 46,8 bilhões serão pagos pelos consumidores de energia elétrica, mediante encargos incluídos nas tarifas de uso dos sistemas de distribuição e transmissão. ebull;

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Boletim Focus: mercado reduz projeção para a inflação pela 11ª semana consecutiva

Economistas do mercado financeiro reduziram, pela décima primeira semana consecutiva, a estimativa de inflação para este ano, de 5,07% na semana passada para 5,05%. Há um mês, a projeção era de que o IPCA terminasse o ano em 5,17%. A projeção para 2026 também recuou de 4,43% para 4,41%. As informações são do Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira. Nesta terça-feira, o IBGE divulga a inflação de julho e, segundo o Boletim Focus, será de 0,34% ante junho. Para agosto, a projeção é de deflação de -0,06%. A projeção para o crescimento também foi reduzida na margem, de 2,23% para 2,21% esta semana. A expectativa para o PIB do próximo ano também caiu de 1,88% para 1,87%. A expectativa para os juros (15%) e o dólar (R$ 5,60) se manteve igual.

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Vibra avança em market share e projeta crescimento

A Vibra encerrou o segundo trimestre com um cenário positivo no Market share, avançando 0,3 p.p versus o primeiro trimestre de 2025, puxado pela entrada de 43 novos postos em sua rede, totalizando um acréscimo de 92 unidades este ano. A notícia refletiu o dinamismo e a resiliência da operação frente aos desafios do período que foi complexo para o setor de combustíveis. Especialmente a volatilidade nos preços internacionais, reflexo direto de tensões geopolíticas e dos ajustes praticados internamente. eldquo;O ganho de 0,3 p.p. em market share no trimestre confirma nossa estratégia de fortalecer a revenda e os parceiros na ponta, com foco e sinergiaerdquo;, afirma Ernesto Pousada, CEO da Vibra. Entre os meses de abril a junho de 2025, a companhia alcançou um EBITDA ajustado de R$ 1,5 bilhão e uma margem EBITDA ajustada de R$ 143/m³. Ao desconsiderar o impacto da perda de estoque, a margem da Companhia apresentou crescimento sequencial, refletindo o sucesso da estratégia de priorizar a rentabilidade mesmo em um cenário adverso. Essa performance de margens foi complementada por um crescimento estratégico na participação de mercado. A Vibra encerrou o 2T25 com um market share consolidado de 23,7% em junho, o que representa um crescimento de 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, reforçando a trajetória de recuperação e a eficácia de sua atuação comercial. Esse avanço na participação de mercado foi sustentado pela disciplina na gestão de margens, com destaques para o market share de 30,6% na Rede Embandeirada e 6,5% na Bandeira Branca no 2T25. A gestão disciplinada permitiu que a empresa encerrasse o trimestre com um fluxo de caixa operacional de R$ 0,8 bilhão. Por outro lado, motivado por efeitos financeiros pontuais, como a perda de estoques e maior liberação de capital de giro, a Companhia alcançou o seu maior patamar de alavancagem do ano, 1,8x ao considerar LCs e 2,9x sem considerar tal efeito. Apesar das pressões externas, a Vibra avançou em assuntos estratégicos para sua transformação e que fazem parte das avenidas de crescimento da companhia. Os lubrificantes atingiram o maior volume trimestral desde 2020, com crescimento de 6% contra o mesmo período do ano anterior, enquanto o segmento de renováveis registrou EBITDA @stake de R$ 274 milhões, um aumento de 21% ante o mesmo período de 2024. Avanços regulatórios, como a estratégia regionalizada para a monofasia do etanol emdash; que resultou em ganho de 0,7 p.p. de market share desde o início da Monofasia emdash; e os progressos no RenovaBio, reforçaram o posicionamento da Companhia em um mercado em transformação. Cenário favorável no segundo semestre Para o segundo semestre de 2025, as perspectivas são positivas. A expectativa é de aumento na demanda por diesel, impulsionada pela sazonalidade e pela força do agronegócio, além da continuidade da captura de sinergias com a Comerc. A Companhia segue confiante no seu modelo de gestão, garantindo ritmo e intensidade na execução dos nossos projetos transformacionais que reforçarão o seu compromisso com o crescimento de volume e rentabilidade, buscando excelência operacional e disciplina.

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Etanol: Hidratado sobe 0,22% e anidro 1,95% na semana nas usinas de SP

O preço do etanol hidratado subiu 0,22% e o do anidro 1,95% na semana nas usinas do Estado de São Paulo segundo o Indicador Semanal do Etanol do Cepea/Esalq/USP (Da Redação, 8/9/25)

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Vibra tem queda de 66,3% no lucro do 2º tri

A Vibra Energia divulgou nesta segunda-feira (11) lucro líquido de R$ 292 milhões no segundo trimestre, recuo de 66,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. Com ajustes, o declínio no lucro líquido do período foi de 43,2%, para R$ 493 milhões, segundo relatório de resultados. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou R$ 1,47 bilhão nos meses de abril a junho, redução de 5% frente à mesma etapa de 2024, enquanto a receita líquida ajustada expandiu 8,2%, para R$ 45,8 bilhões. O faturamento ficou acima da média das estimativas de analistas, que previa receita de R$ 43,7 bilhões para a companhia no período, segundo dados compilados pela LSEG.

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Etanol cai em 11 estados e é competitivo em seis

Os preços médios do etanol hidratado caíram em 11 estados, subiram em 7 e no Distrito Federal e ficaram estáveis em 8 estados, na semana passada. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilados pelo AE-Taxas. Nos postos pesquisados pela Agência em todo o país, o preço médio do etanol subiu 0,72% na comparação com a semana anterior, a R$ 4,17 o litro. Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, o preço subiu 0,51% na comparação semanal, para R$ 3,95 o litro. A maior queda porcentual na semana, de 12,02%, foi registrada no Acre, onde o litro passou a R$ 5,27. A maior alta no período, no Distrito Federal, foi de 2,90%, para R$ 4,62 o litro. O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,19 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,49, foi observado em Pernambuco. Já o menor preço médio estadual, de R$ 3,89, foi registrado em Mato Grosso do Sul, enquanto o maior preço médio foi verificado em Pernambuco, de R$ 6,49 o litro. Etanol é mais competitivo em seis estados O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em seis estados na semana passada. Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 67,37% ante a gasolina no período, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas. Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado. O etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes estados: Acre (69,62%); Mato Grosso (64,55%); Mato Grosso do Sul (65,27%); Minas Gerais (68,03%); Paraná (68,01%) e São Paulo (65,40%). (Estadão Conteúdo)

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