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Sindcomb realiza 7º Encontro do Revendedor do Município do Rio de Janeiro

Amanhã, dia 14 de agosto de 2025, o setor de combustíveis carioca se reúne para o maior evento do ano: o 7º Encontro de Revendedores do Município do Rio de Janeiro, promovido pelo SINDCOMB. A partir das 9h, o Riocentro será palco de um dia repleto de conteúdo estratégico, networking e debates essenciais para o futuro da revenda de combustíveis. Palestrantes de peso O evento contará com a presença de grandes nomes que vão abordar temas cruciais para o setor: ebull; Thaís Heredia (CNN Brasil):_Panorama econômico atual e seus impactos sobre o mercado de combustíveis. ebull; César Urnhani (AutoEsporte endash; TV Globo): Tendências do mercado automotivo e a experiência do consumidor nos postos. ebull; Marcelo Borja: Estratégias de vendas, liderança e motivação para transformar o atendimento em diferencial competitivo. ebull; Emerson Kapaz (Instituto Combustível Legal): D esafios da legalidade e combate ao mercado irregular. ebull; Caio Coppolla: Palestra de encerramento com a provocativa análise eldquo;O Brasil está condenado a dar certoerdquo;. Este encontro promete ser um marco para quem busca se atualizar, fortalecer sua atuação e contribuir para um setor mais ético, competitivo e preparado para os desafios do futuro.

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Audiência da ANP debate especificações da gasolina com aumento da mistura de etanol

ANP realizou ontem (11/8) audiência pública sobre a minuta de alteração da Resolução ANP nº 807/2020, com vistas a ajustar as especificações da gasolina tipo C (a que possui adição de etanol anidro, vendida nos postos de combustíveis). O objetivo é, diante do aumento do percentual de etanol, de 27% para 30% (E30), garantir a manutenção da qualidade da gasolina A (pura) utilizada na mistura. Na abertura da audiência, a Diretora Symone Araújo destacou a dedicação e o trabalho intenso das áreas técnicas da ANP para viabilizar a participação social num curto espaço de tempo. "Desde o primeiro momento, percebemos a relevância e urgência de fazermos essa alteração. De uma forma bastante desafiadora, conseguimos tomar a decisão de abrir o rito regulatório, mesmo antes da entrada em vigência do novo teor de etanol na gasolina, a fim de assegurar a proteção do consumidor e o aprimoramento do marco regulatório", explicou. O aumento do percentual de etanol na gasolina foi determinado pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), por meio da Resolução nº 9, de 25 de junho de 2025, e passou a valer a partir de 1º de agosto de 2025. A mesma resolução atribuiu à ANP a responsabilidade de ajustar o parâmetro que mede a octanagem da gasolina C, conhecido como RON (número de octano pesquisa). A partir dessa atualização nas especificações, será possível garantir que os consumidores tenham acesso a um combustível com maior octanagem, benefício decorrente do novo teor de mistura E30. A mais dos ganhos ambientais promovidos pela substituição de mais 3% de combustível fóssil por renovável, na gasolina C comum, a proposta trazida pela ANP, de valor mínimo de RON passando de 93 para 94, visa a assegurar a manutenção da qualidade do combustível. Isso porque combustíveis com maior octanagem proporcionam melhor desempenho e maior eficiência em motores modernos. Também foram incluídos os novos percentuais de 28% a 30% de etanol anidro na Tabela 2 da Resolução 807/2020 endash; Valores de Massa Específica para a Gasolina A. A minuta passou por consulta pública, na qual foram recebidas 24 contribuições. As sugestões recebidas na consulta e na audiência serão avaliadas pela área técnica, para alteração ou não da minuta original. O texto consolidado passará por análise jurídica da Procuradoria Federal junto à ANP e por aprovação da Diretoria Colegiada da Agência, antes de sua publicação. Veja a gravação da audiência pública.

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Fecombustíveis divulga dados do setor que refletem aumento da demanda e custos dos biocombustíveis

A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) passará a informar, semanalmente, os preços dos biocombustíveis e de outros elementos presentes na composição de preços do diesel e da gasolina para mostrar a dinâmica do setor. Como se tratam de produtos agrícolas, tanto o etanol anidro e hidratado quanto o biodiesel seguem a lei da oferta e demanda. Essa dinâmica pode ser observada desde que o governo federal anunciou o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina para 30%, o que elevou seu custo em 4,96%, entre o final de junho e o início de agosto, segundo dados do Cepea/Esalq. Já no caso do aumento da mistura de biodiesel para 15% no diesel, o custo subiu 6,40%, conforme divulgação da ANP. Clique aqui e confira no Intagram

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Opep vê aumento da produção de petróleo do Brasil em junho e eleva projeção para o ano

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) estima que a produção total de petróleo do Brasil subiu 77 mil barris por dia (bpd) em junho, a 3,8 milhões de bpd, segundo relatório mensal divulgado nesta terça-feira (12/8). O cartel também notou aumento de 76 mil bpd na produção total de combustíveis líquidos no mês, a 4,6 milhões de bpd. A organização cresceu a expectativa para a oferta de combustíveis líquidos do Brasil neste ano e, em 2025, o cartel prevê crescimento de cerca de 230 mil bpd, a uma média de 4,4 milhões de bpd. Para 2026, a Opep projeta aumento na oferta de 160 mil bpd, a 4,5 milhões de bpd. Segundo o documento, a atividade agrícola e industrial saudável deverá impulsionar a demanda por petróleo na América Latina, que deverá crescer 126 mil bpd, atingindo uma média de 7,0 milhões de bpd. No entanto, a Opep alerta que há um risco de queda associado às tarifas anunciadas pelos EUA, que eldquo;deverão ter um efeito desestimulador sobre algumas economias regionaiserdquo;. (Estadão Conteúdo)

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ANP publica resolução com novas regras para autorização de produtores de biocombustíveis

A Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou, nesta terça-feira (12/8), a nova resolução que regulamentará a autorização de produção de biocombustíveis e de operação de instalação usinas. A minuta foi aprovada pela diretoria colegiada da agência na última quinta-feira (7/8) e publicada no Diário Oficial da União desta terça. A resolução 987/2025 substitui a resolução 734/2018. Segundo a ANP, entre os objetivos da revisão estão o aprimoramento da segurança operacional das instalações e dos instrumentos para garantir o abastecimento e a continuidade das operações. Uma das principais mudanças é a ênfase de que produtores de biodiesel podem adquirir, mas não vender metanol. Caso o fizerem, serão responsabilizados por destinação indevida do produto. Neste ano, a ANP conseguiu zerar as detecções de fraudes envolvendo o metanol, após, em 2024, intensificar as ações de combate à adulteração de combustíveis. O metanol é um produto químico com características de combustível. Ele é utilizado na cadeia de produção de biodiesel, e também como solvente industrial e matéria-prima da produção de formol. Quando usado na adulteração dos combustíveis, as fraudes contra os consumidores representam risco à saúde, podendo ser letal em casos graves de contaminação. A resolução explicita, também, a obrigatoriedade de um CNPJ próprio para a atividade de produção de biocombustíveis, mesmo para quem já possui uma autorização da ANP para outra atividade. Ela, trata, ainda, da comercialização de novos biocombustíveis em conformidade com a Política Nacional dos Biocombustíveis (RenovaBio), como diesel verde e combustível sustentável de aviação (SAF). O documento estabeleceu, também, novas hipóteses de revogação da autorização, como descontinuar a produção de biocombustíveis por dois anos; prestar informação inverídica; ter a inscrição estadual emitida pelo órgão fazendário em situação irregular; e perder a posse direta da instalação produtora. Já a comercialização e o armazenamento de biocombustíveis estão proibidos em instalações de produtor cuja produção tenha sido paralisada por um ano.

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Petrobras e Ibama chegam a consenso sobre Avaliação Pré-Operacional na Bacia da Foz do Amazonas

A Petrobras e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) chegaram a um acordo sobre a data para a realização da Avaliação Pré-Operacional (APO) para a emissão da licença para a perfuração do poço exploratório bloco FZA-M-59, na bacia da Foz do Amazonas, segundo a diretora de Exploração e Produção da estatal, Sylvia dos Anjos. A data de início da APO ainda vai ser divulgada pelo órgão ambiental. Técnicos da estatal e do Ibama tiveram uma reunião nesta terça-feira (12/8) para a petroleira apresentar os planos para a avaliação. Na prática, a APO é um simulado de emergência de vazamento de petróleo. A previsão é que a avaliação dure de três a quatro dias. eldquo;Estamos mais perto do que estávamos. Estou otimistaerdquo;, afirmou a diretora a jornalistas em evento da Seamp;P Global Commodity Insights no Rio de Janeiro. Segunda a executiva, após a realização da APO a previsão é que a licença saia em eldquo;poucos diaserdquo;. Ela lembrou que a sonda já vai estar na locação da perfuração para a realização da avaliação. A Petrobras corre contra o tempo para realizar a perfuração, pois o contrato da sonda deslocada para o Amapá para a atividade vai vencer em outubro. Além disso, a companhia tem um custo diário de R$ 4,6 milhões com a sonda e embarcações de apoio deslocados para a região Norte para a atividade. A companhia chegou a pedir ao Ibama a antecipação da reunião sobre a APO para o dia 4 de agosto, mas o pedido foi negado. A estatal mobilizou o navio-sonda NS-42, da Foresea, que está na costa do Pará; três helicópteros; seis embarcações de emergência; seis embarcações de atendimento à fauna; dois Centros de Atendimento à Fauna em Oiapoque (AP) e Belém (PA); e os profissionais envolvidos na operacionalização desses recursos. Este será o primeiro de seis poços exploratórios que a Petrobras planeja perfurar até 2029 em águas profundas na Bacia da Foz do Amazonas, principal aposta da estatal para reposição de reservas na próxima década.

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