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Expopetro 2025 traz marca de sucesso e resiliência

O primeiro dia do 22o Congresso de Revendedores de Combustíveis da Região Sul - Expopetro 2025 - realizado ontem (25), em Porto Alegre, foi um sucesso e reuniu autoridades locais e nacionais, especialistas do setor e teve forte participação de empresários da revenda do Rio Grande do Sul, como também contou com a presença de líderes da revenda de praticamente todo o Brasil. Organizado pelo Sulpetro e demais sindicatos da Região Sul, a Expopetro 2025 trouxe a marca da resiliência para o estado que sofreu a tragédia climática no ano passado, que comoveu o país. João Carlos Dale#39;Áqua, presidente do Sulpetro, iniciou seu discurso com uma saudação e agradecimento pela superação dos momentos adversos, ultrapassados com união de esforços e solidariedade. "Gostaria de fazer um agradecimento pela solidariedade nacional pelos nossos momentos mais duros que passamos. Algumas imagens transmitidas aqui mostraram as dificuldades pelas quais nós passamos e a retomada que estamos fazendo", ressaltou. Dale#39;Áqua também fez referência às operações, organizadas por diversos órgãos, que deflagraram o esquema do crime organizado infiltrado no setor de combustíveis. "A revenda das boas práticas pede socorro, pois não temos como competir com quem pratica em visto das mais variadas formas. Nesse sentido, saudamos com total apoio as recentes operações das autoridades federais e estaduais no combate às ilegalidades e aos desvios que sangram nossa sociedade e penalizam mortalmente a revenda honesta, o trabalho árduo e o mercado e a concorrência leal", enfatizou. James Thorp Neto, presidente da Fecombustíveis, também destacou a batalha pela qual a revenda passa no combate incansável às ilegalidades do setor. "Há anos, temos alertado as autoridades, mostrando a presença do cime organizado e as falcatruas existentes em nosso mercado. Falamos incansavelmente sobre o quanto isso prejudica o nosso setor, que sobrevive com margens muito pequenas, e a cada momento somos surpreendidos por uma nova fraude. Vocês acham que eu tenho esperança de que isso vai acabar um dia? Não. Mas deixo aqui o meu compromisso de que não vamos nos cansar de combater as irregularidades. Vamos continuar em busca de manter um mercado justo e saudável", disse. Thorp também saudou as autoridades presentes e todo o povo gaúcho pela superação dos momentos difíceis com as enchentes. "Eu fiquei impressionado com a recuperação da cidade. Tivemos participações nas reuniões virtuais, acompanhamos o caos que afetou o estado e, passado um tempo, está tudo reconstruído, parece que nada aconteceu. Tenho certeza que as autoridades se dedicaram ao máximo com esforço e dedicação, e deixo aqui o meu profundo reconhecimento", disse. A Expopetro 2025 continua hoje (26), com conteúdo diferenciado por meio de palestras que visam atualizar a revenda sobre os mais diversos assuntos, além de trazer, paralelamente, a feira de exposições, que reúne os principais produtos e fornecedores.

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Refit vira alvo de operação intensiva da ANP

A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) iniciou às 10h deste quinta (25) uma ação de fiscalização na refinaria de Manguinhos, da Refit, no Rio de Janeiro. A operação, ainda em andamento, ocorre após a citação da Refit nas investigações que resultaram na megaoperação Carbono Oculto. Consultada, a agência confirmou a ação, mas não forneceu detalhes. "Mais informações só poderão ser passadas ao final", disse. Técnicos da ANP fazem uma "varredura" nas instalações da Refit e na composição dos combustíveis ali produzidos. A companhia do empresário Ricardo Magro foi apontada na operação Carbono Oculto como a principal fornecedora da Rodopetro, empresa suspeita de ter centralizado o abastecimento de postos ligados ao PCC após a formuladora de combustíveis Copape e sua distribuidora Aster perderem a licença da ANP para operar em 2024. Na época, Copape e Aster foram cassadas por envolvimento em esquema de fraudes fiscais e contábeis, mas ainda não havia conclusões nas investigações do Ministério Público de São Paulo sobre ligação com o PCC, algo revelado pela Carbono Oculto. Segundo consta em relatório da megaoperação, depois de Copape e Aster serem cassadas, a Rodopetro elevou significativamente a compra de combustível refinado da Refit e passou a centralizar o abastecimento da rede de postos usadas para lavar dinheiro do PCC. A investigação aponta que a Rodopetro tinha operação em um terminal de abastecimento da Refit, na zona norte do Rio de Janeiro, assim como outras distribuidoras. A Refit afirma que não foi alvo da operação Carbono Oculto e não tem nenhuma relação com o crime organizado. Em entrevista à Folha, Ricardo Magro, dono da empresa, afirmou que controla a venda do combustível da Refit para que não seja destinado a organizações criminosas. Ele disse, inclusive, ter sido ameaçado por facções. Consultada, a companhia disse que adota um programa de governança (compliance) ao longo da cadeia de distribuição de seu combustível para impedir que seus produtos sejam adulterados ou comercializados por estabelecimentos comandados por facções criminosas. "Cabe ressaltar que a empresa sempre atuou de forma transparente, fornecendo regularmente informações à ANP sobre suas operações e cumprindo todas as normas que regem o setor, inclusive no processo de importação de matérias-primas", disse em nota. "A Refit está sempre à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários."

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IPCA-15 tem alta de 0,48% sob pressão da conta de luz em setembro, após cair em agosto

O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) teve alta (inflação) de 0,48% em setembro, após registrar queda (deflação) de 0,14% em agosto. É o que apontam dados divulgados nesta quinta-feira (25) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A alta de 0,48% é a maior para meses de setembro em quatro anos, desde 2021 (1,14%). A variação, contudo, ficou abaixo da mediana das projeções do mercado financeiro, que era de 0,51%, segundo a agência Bloomberg. O novo resultado foi puxado pelo avanço de 12,17% nos preços da energia elétrica residencial. A conta de luz subiu com o fim do desconto temporário do bônus de Itaipu, creditado nas faturas de agosto. O bônus havia impulsionado a deflação do IPCA-15 no mês passado, quando a energia elétrica teve queda de 4,93%. A reversão desse quadro já em setembro era aguardada por analistas. No acumulado de 12 meses, a inflação medida pelo IPCA-15 voltou a ficar acima de 5%. Acelerou a 5,32% até setembro. É a maior alta no acumulado desde maio deste ano (5,40%). A variação estava em 4,95% até agosto. LUZ EM ALTA, ALIMENTOS EM BAIXA Dos 9 grupos de produtos e serviços pesquisados no IPCA-15, 5 tiveram variação positiva no mês de setembro. A maior taxa e o principal impacto vieram de habitação (3,31% e 0,50 ponto percentual). É o segmento que engloba a conta de luz. O grupo alimentação e bebidas, por outro lado, registrou a quarta redução consecutiva (-0,35%). Assim, impediu uma aceleração maior do IPCA-15 em setembro. Dentro de alimentação e bebidas, a alimentação no domicílio também teve a quarta queda seguida (-0,63%). Contribuíram para esse resultado as baixas do tomate (-17,49%), da cebola (-8,65%), do arroz (-2,91%) e do café moído (-1,81%), disse o IBGE. Do lado das altas, o instituto destacou as frutas, que subiram 1,03% em média. Conforme analistas, a trégua dos alimentos ocorre após a ampliação da oferta de produtos com a melhora das condições de safra. Outro grupo que ajudou a impedir uma aceleração mais intensa do IPCA-15 foi o dos transportes. O segmento teve a segunda queda consecutiva nos preços (-0,25%). O resultado foi influenciado pela redução do seguro voluntário de veículo (-5,95%) e das passagens aéreas (-2,61%). Ainda nos transportes, combustíveis como o gás veicular (-1,55%) e a gasolina (-0,13%) também registraram queda, enquanto o óleo diesel (0,38%) e o etanol (0,15%) apresentaram altas. IPCA-15 E IPCA Por ser divulgado antes, o IPCA-15 sinaliza uma tendência para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o indicador oficial de inflação do país. Uma das diferenças é o período de coleta das informações pelo IBGE. A apuração dos preços do IPCA-15 se concentra na segunda metade do mês anterior e na primeira do mês de referência. No caso do índice de setembro, a coleta foi realizada de 15 de agosto a 15 de setembro. Já a apuração do IPCA ocorre ao longo do mês de referência. Por isso, o resultado de setembro ainda não é conhecido. Será divulgado em 9 de outubro. PROJEÇÕES E META DE INFLAÇÃO Na mediana, as projeções do mercado apontam IPCA de 4,83% no acumulado de 2025, de acordo com a edição mais recente do boletim Focus, divulgada pelo BC (Banco Central) na segunda (22). A previsão passou por uma série recente de revisões para baixo, mas continuou acima do teto de 4,5% da meta de inflação. Em 2025, o BC passou a perseguir o alvo de maneira contínua, abandonando o chamado ano-calendário (janeiro a dezembro). No novo modelo, a meta de inflação é considerada descumprida quando o IPCA acumulado permanece por seis meses seguidos fora do intervalo de tolerância, que vai de 1,5% (piso) a 4,5% (teto). O centro é de 3%. O IPCA estourou a meta contínua pela primeira vez em junho. Para tentar conter a inflação, o BC elevou a taxa básica de juros, a Selic, a 15% ao ano endash;patamar mantido em reunião na semana passada.

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Receita Federal terá delegacia para combate a crime organizado, diz Haddad

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), anunciou nesta quinta-feira (25) a criação de uma delegacia no âmbito da Receita Federal para combate ao crime organizado. Segundo Haddad, a Fazenda vai encaminhar a criação do instituto para o Ministério da Gestão nas próximas semanas. Ele afirmou que já existe na Receita um núcleo informal que atua no combate ao crime, mas que a institucionalização seria um avanço. "A criação da delegacia, no âmbito da Receita, vai ser muito útil para que isso seja estruturado, independentemente de governo. Até para cobrar do poder público ações efetivas contra o crime organizado, é bom saber que tem um órgão criado com essa finalidade." O anúncio surge no mesmo dia em que a deflagração da Operação Spare, que identificou ao menos 267 postos ainda ativos, que movimentaram mais de R$ 4,5 bilhões entre 2020 e 2024, mas recolheram apenas R$ 4,5 milhões em tributos federais endash;o equivalente a 0,1% do total movimentado. "Isso chamou a atenção da Receita Federal, a baixíssima arrecadação dessa montanha de recursos. Desde 2023, foi montado aqui um núcleo de fraude estruturada para combater justamente o crime organizado e a intersecção entre o crime organizado e a economia real. Porque a lavagem de dinheiro implica muitas vezes ter atividades, entre aspas, lícitas para lavar." A operação deflagrada hoje é uma continuação da Carbono Oculto, que mostrou vínculos entre o PCC e o setor de combustíveis, além de fintechs da Faria Lima, de acordo com o ministro. A operação teve como alvos suspeitos de usar postos de combustíveis, empreendimentos imobiliários, motéis e lojas de franquia para lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. Além da delegacia, a Receita também publicou nesta semana uma portaria com medidas para o combate a crimes em importações, com regras mais restritivas para a compra de combustíveis. Entre as novas regras estão o tratamento prioritário para crimes tributários e de aduana, com maior articulação entre a Receita e os órgãos de segurança pública. O despacho aduaneiro antecipado, quando mercadorias são liberadas antes da chegada ao país de destino, terá regras mais restritivas no caso de petróleo, etanol e combustíveis. Para o importador ter direito ao despacho, precisará de uma autorização formal da Receita. Nesta quinta (25), o ministro defendeu ainda a aprovação do projeto de lei do devedor contumaz, em tramitação no Congresso Nacional. O projeto visa punir quem descumpre reiteradamente o pagamento de tributações, com estabelecimento de uma dívida mínima de R$ 15 milhões para caracterizar um devedor contumaz, que também deverá ter uma inadimplência recorrente e injustificada. Haddad também criticou as fake news sobre instrução normativa de fiscalização do Pix, que se popularizaram na internet no início do ano. A norma foi publicada de novo após a operação Carbono Oculto. "A polêmica gerada no começo do ano inibiu o combate ao crime e foi uma feita em busca de efeitos muito deletérios sobre as investigações. Mas nós conseguimos superar. Ela está publicada, obrigando todas as fintechs a prestarem as informações."

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Supergasbras quer comercializar a partir de 2026 no Brasil o BioGL, a versão renovável do GLP

A Supergasbras, uma das quatro maiores distribuidoras de GLP do País, com 21% do mercado, estuda trazer para o Brasil a experiência europeia de seu controlador, o grupo holandês SHV Energy, na comercialização de bioGL, a versão renovável do GLP, informou ao Estadão/Broadcast o presidente da companhia, Júlio Cardoso. O executivo é um dos grandes entusiastas do programa Gás do Povo e totalmente contrário a mudanças na regulamentação do setor, que considera eldquo;excelenteerdquo;. eldquo;A gente já comercializa bioGL na Europa pelo grupo SHV. Lá a gente já tirou o P (de petróleo) e estamos conversando com eles para trazer o produto para cá. A gente já tem oportunidades de ter esse produto no Brasil e está trabalhando no desenvolvimento de bioGL aqui tambémerdquo;, disse Cardoso. Por questão de confidencialidade, o executivo não pode divulgar o nome dos parceiros, mas prevê para o ano que vem o início da comercialização do bioGL no País. Para acelerar o projeto, a Supergasbras firmou parcerias com seis universidades federais brasileiras, duas no Rio (UFF e UFRJ), além de Minas Gerais, Santa Catarina e Bahia. As fontes pesquisadas vão da cana-de-açúcar e milho até resíduos, principalmente o plástico descartado. eldquo;A gente está trabalhando de várias formas, atuando em várias frentes. Podemos importar, mas ano que vem já tem bioGL sendo produzido no mercado brasileiroerdquo;, disse Cardoso, destacando que o produto renovável é igual ao GLP e não exigirá substituição de equipamentos. Segurança Cardoso participou nesta quinta-feira, 25, de painel sobre segurança na Liquid Gas Week, feira internacional do setor de GLP. Considerado um dos mercados mais desenvolvidos do mundo nesse segmento, o Brasil serve de exemplo para outros países, mas, na avaliação do executivo, corre o risco de perder esse status se houver mudanças nas regras da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A agência analisa, no momento, propostas como o fracionamento dos botijões e a quebra da exclusividade das marcas. Se aprovadas, o consumidor poderia comprar volumes menores que o botijão de 13 quilos e trocar de fornecedor com o mesmo vasilhame, que não teria mais marca como atualmente. eldquo;A regulação atual do GLP no Brasil é um exemplo, é excelente, sempre pode ter uma oportunidade de reajuste pequeno, mas a essência da legislação brasileira, que é a responsabilidade do cilindro ser das distribuidoras, manutenção, requalificação, sucateamento e reposição isso é um presente para o consumidor brasileiroerdquo;, avaliou. eldquo;Mas é importante que ele (GLP) seja seguro. A gente é obrigado a requalificar o botijão a cada dez anos, a gente investe nisso", explicou. erdquo;Hoje em dia não temos enchimento ilegal (de botijões) porque temos a regulação adequada.erdquo; De acordo com Cardoso, se a regulação for alterada, investimentos provavelmente deixarão de ser feitos no setor, inclusive pela própria Supergasbras, que poderá suspender projetos como o terminal de GLP de R$ 1,5 bilhão no Porto de Pecém, no Ceará, cujas obras começam em 2026, para importação do combustível. eldquo;Se a legislação mudar, dificilmente virão investimentos para cá. A gente está com o investimento no Pecém andando, ele está indo, mas ele é reversível, ainda é reversívelerdquo;, explicou. Além disso, outro investimento que pode ficar pelo caminho, caso a regulamentação atual seja alterada, é a compra de mais 2 milhões de botijões de 13 quilos emdash; que se somam aos 23 milhões atuais emdash; para atender o programa Gás do Povo, lançado pelo governo, um gasto de cerca de R$ 500 milhões, quase o mesmo valor que a empresa investe anualmente no País (R$ 400 milhões). eldquo;Estamos aguardando para ter certeza da regulação (antes de comprar os novos botijões)erdquo;, disse Cardoso. O executivo elogia o programa do governo que substituiu o vale-gás, eldquo;usado para comprar qualquer coisaerdquo;, e que deve aumentar a demanda pelo GLP entre 5% e 8%, segundo o sindicato do setor (Sindigás). Ele afirma que, assim como a regulamentação brasileira, o programa tem vocação para ser copiado no mundo inteiro. De acordo com declaração do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, feita esta semana no evento, mais de 60 países em desenvolvimento já procuraram o governo para conhecer o Gás do Povo. eldquo;Acho que é uma evolução incrível. É o maior programa de clean cooking (cozinha limpa) do mundo. Todos os países, todas as empresas estão tentando trabalhar a substituição da lenha. A gente apoia esse movimento do ponto de vista ambiental, do ponto de vista da segurança do consumidor e também obviamente a questão social, acho que o governo está fazendo o certoerdquo;, avaliou.

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Embraer compra combustível de aviação sustentável da Vibra para acelerar pesquisas

A Embraer realizou a primeira aquisição de um lote de combustível de aviação sustentável (SAF, na sigla em inglês) comercializado pela Vibra. A compra vai permitir que a fabricante brasileira acelere os estudos para que suas aeronaves possam voar inteiramente com o biocombustível de origem renovável, sem mistura com combustíveis fósseis. A Embraer destaca que, apesar do grande potencial para a produção, o Brasil ainda não conta com o produto em larga escala. Com isso, os estudos da companhia vinham sendo realizados apenas por meio de laboratórios nos Estados Unidos e na Europa. Além dos custos e dos processos administrativos envolvidos, havia outra dificuldade: a venda do SAF somente em grandes volumes, desproporcionais às necessidades reduzidas da rotina laboratorial. A partir da primeira aquisição desse lote no Brasil, a Embraer está testando a compatibilidade do SAF inteiramente de origem renovável com materiais não metálicos. O objetivo é observar o comportamento deles, quando em contato direto com o biocombustível de maneira persistente, considerando especificidades dos tanques de asa nos jatos comerciais, executivos e militares. eldquo;O acesso ao SAF no Brasil garante maior dinamismo na condução dos testes, realizados na sede da Embraer. Com mais esta ação, ficamos mais próximos da meta de ter nossas aeronaves aptas a operar com combustível 100% SAF até 2030erdquo;, afirma o Global Head de ESG na Embraer, André Tachard. O SAF tem potencial para reduzir as emissões de carbono na indústria aeroespacial em até 80% em comparação ao combustível tradicional. Atualmente, todas as aeronaves da Embraer estão aptas a operar com uma mistura de até 50% desse combustível. Nos últimos anos, a companhia avançou nos estudos para que seus aviões possam voar com 100% do combustível sustentável, visando à meta de obter a certificação até 2030. O biocombustível que está em teste na Embraer foi importado da Bélgica e está disponível na base localizada no aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro. O local recebeu a certificação ISCC (International Sustainability eamp; Carbon Certification) EU e CORSIA, que garante o rastreio da sustentabilidade de toda a cadeia de fornecimento do produto, incluindo a distribuição por meio da BR Aviation, unidade de negócios da Vibra para serviços de abastecimento de aeronaves. eldquo;Ao viabilizar o acesso ao SAF no Brasil, estamos não apenas contribuindo com os estudos técnicos de uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, mas também fomentando o desenvolvimento de um mercado estratégico para a descarbonização do setorerdquo;, afirma o vice-presidente de Operações da Vibra, Marcelo Bragança.

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